quinta-feira, 6 de maio de 2021

Kamen Rider BLACK RX

A segunda fase das aventuras de Issamu Minami, com novos poderes, novos desafios e novos amigos.
Kamen Rider BLACK RX,
O Filho do Sol.

[ Nota: Se ainda não viu, confira primeiro a matéria sobre BLACK Kamen Rider. ]

UM NOVO COMEÇO

Depois de toda a destruição e sofrimento causado pelos demônios Gorgom, o Japão parece ter voltado à normalidade. O herói Kamen Rider BLACK desapareceu e, após a vitória na base subterrânea dos Gorgom, não mais foi visto em público. Aos poucos, a vida foi retomando seu curso. 

O herói anônimo da humanidade, Issamu Minami, tendo perdido todos que amava, começa a reconstruir sua vida. Foi auxiliado por seu tio Shunkichi Sahara, que o convence a tirar licença de piloto de helicóptero e o coloca para trabalhar em sua empresa Sahara Airlines. Assim, ele vai morar com a família Sahara, formada por seu tio, sua tia Utako e os dois filhos pequenos deles, Shigeru e Satomi. Graças a eles, Issamu recupera sua alegria, e deixa para trás o trauma que foi o período de luta contra a seita Gorgom.

Issamu Minami e Reiko Shiratori

Para melhorar, o rapaz conhece a repórter Reiko Shiratori, com quem logo começa um relacionamento. Sem que ele desconfiasse, a tranquilidade não iria durar.

Vinda do mundo Kaima, localizado em outra dimensão, uma gigantesca nave espacial paira sobre a Terra. Ela abriga os guerreiros do Império Crisis, um grupo de conquistadores e saqueadores interessados em fazer da Terra seu novo lar. Eles estudaram seu alvo inicial, o Japão, e localizaram BLACK, visto como uma grande ameaça a seus planos de estabelecimento de uma base no país. 

Crisis captura Issamu Minami e o leva para sua nave, exigindo cooperação. Ele se recusa e é lançado ao espaço para morrer. Então, a energia da pedra King Stone em seu corpo reage com a energia solar captada no espaço, sem o filtro da atmosfera da Terra. 

RX, tendo ao fundo o 
General Jark e a nave do
Império Crisis.

Exposto à radiação solar intensa, o Kamen Rider passa por uma grande metamorfose que altera seu visual e a natureza de seus poderes. 

Renascendo como o Filho do Sol, o herói passa a se denominar Kamen Rider BLACK RX. Os destroços da moto viva Battle Hopper, destruída por Shadow Moon, recebem a energia de RX graças ao elo vital entre eles. Assim, Battle Hopper renasce mais poderosa, agora sendo chamada de Acrobatter

Como RX, o herói passa a aplicar o Chute RX, um "Rider Kick" dado com os dois pés, assim como fazia Shadow Moon. E a grande nova arma é Metalion (no original: Revolcane), uma espada de energia gerada por um dos cristais de seu cinto. 

Robô Rider, RX e Biorider.

ALIADOS E FORMAS ALTERNATIVAS

Com o tempo, RX descobre que pode transmutar para duas outras formas com poderes distintos: o forte e blindado Robô Rider, com sua pistola Voltick Shooter e o ágil Bio Rider, com sua espada Bioblade e o poder de se tornar energia líquida. As formas alternativas de RX surgiram em sua passagem pelo mundo Kaima, de onde também vieram os planos para a construção do super carro Ridron.

Além da ajuda de Reiko, que se mostra uma investigadora boa de briga, RX conhece dois dissidentes de Crisis, a arqueira sensitiva Kyoko Matoba e o ciborgue Joe Kazumi. Depois, o cozinheiro que trabalha para Sahara, Goro, se junta eles, sendo bastante corajoso e esperto. Juntos, eles formam uma força de resistência contra Crisis. 

Nessa nova jornada, RX descobre que Shadow Moon sobreviveu ao desabamento da base Gorgom e, mesmo sem memória recente, é movido por seu desejo de destruí-lo. Mesmo com seus novos poderes e formas, Kamen Rider descobre que Shadow Moon ainda é um rival poderoso. Desta vez, Nobuhiko Akizuki encontra a redenção antes de morrer como um herói. 

A luta final entre
RX e Shadow Moon.

Quando a batalha contra Crisis se intensifica, os 10 Kamen Riders que antecederam BLACK retornam ao Japão e se unem a RX e seus amigos. Altamente celebrada pelos fãs, a chegada dos veteranos não interferiu nos rumos da trama, pois os heróis pouco fizeram de efetivo. 

Exibido entre outubro de 1988 e setembro de 1989, RX tem um planejamento ainda mais irregular que BLACK, mas tem grandes momentos. Entretanto, o final foi um tanto quanto descuidado, com mortes tratadas como se não tivessem grande importância e um desfecho sem impacto, com o misterioso Imperador Crisis se revelando uma cabeça gigante cheia de tentáculos e que, na prática, se mostrou somente um típico "monstro da semana". 

[Nota: Há comentários mais detalhados sobre o final no artigo "Quando o herói erra no final"]

Os líderes das forças do Império Crisis.

A PRODUÇÃO

Com pouquíssima participação do criador Shotaro Ishinomori, que fez apenas alguns esboços de vilões, a série foi, mais do que em BLACK, um projeto da Toei. Muitos nomes de talento na produção, que trouxe de volta o compositor Eiji Kawamura e o designer de heróis Katsushi Murakami. 

No elenco, algumas figuras que deixaram sua marca no tokusatsu. A bela Jun Takanomaki (Reiko) havia sido a heroína Diana em Spielvan (1986), enquanto Atsuko Takahata (Maribaron) fora a bruxa Kilza em Jaspion (1985). Já o comediante Jo Onodera (Goro) é filho de Shotaro Ishinomori. Roteirista e ator, ele teve papel fixo em Ultramand Dyna (1997) e filmes relacionados, como o oficial Nakajima

É certo que RX teve um planejamento descuidado, mas a série teve boa aceitação de público e foi um dos Riders mais populares em seu tempo. Ainda é. 

Tetsuo Kurata como
Issamu Minami.

CONSIDERAÇÕES SOBRE A TRAMA E O PERSONAGEM

Uma crítica muito recorrente é relacionada ao humor da série, que incomodou um pouco até o ator principal, Tetsuo Kurata, apesar do tom mais leve ter sido sugestão dele. Muito também já se disse sobre o personagem parecer muito diferente, mais leve e alegre do que o sisudo Issamu Minami visto na série anterior. Mas se analisarmos bem o enredo de BLACK, deve-se lembrar que Issamu levava uma vida de garoto rico, sem grandes preocupações. As cenas de flashback dele sempre mostravam um cara feliz e contente. Daí, veio o sequestro pelos Gorgom, a operação mutante, a fuga desesperada, o assassinato do pai adotivo e os ataques de monstros. Ele passou a viver uma vida de fugitivo, sempre com tensão no ar. 

A série de RX se passa seis meses depois do final de BLACK, com Issamu já estabelecido em um emprego e morando com seus parentes. Era esperado que seu lado mais natural e descontraído voltasse. Ficou faltando uma conexão maior com a série de BLACK, pois no final, sua irmã de criação Kyoko Akizuki e a namorada de Nobuhiko, Satie, haviam fugido para os EUA achando que Issamu/BLACK estava morto após ser vencido por Shadow Moon (ep. 47). 

Na trama, os Gorgom desapareceram misteriosamente sem deixar vestígios e BLACK nunca mais foi visto. Como RX é diferente visualmente, certamente todos pensaram ser mesmo um novo herói, e não o antigo com novo visual. Isso criaria possibilidades extras, mas aí um outro elemento deve ser considerado. RX deveria ser uma série independente e os produtores quiseram aproveitar a popularidade do ator principal. 

Somente o primeiro episódio, onde Issamu até tenta se transformar e é impedido, e depois os três episódios que mostram Shadow Moon (21, 22 e 27), possuem conexão com a série anterior. O clima mais leve e infantil da série incomoda parte dos fãs antigos mas, verdade seja dita, esses geralmente possuem uma visão romantizada de BLACK baseados nos dois primeiros episódios da série, que são mesmo impressionantes. A maior parte de Kamen Rider BLACK, entretanto, trazia a fórmula "criança em perigo + monstro da semana", tão comum em séries tokusatsu daquela época. 

BLACK, Biorider, Robô Rider e BLACK RX.

ALÉM DA SÉRIE E A EXIBIÇÃO NO BRASIL

Em abril de 1989, um curta de 17 minutos mostrou RX se encontrando com BLACK em uma história que envolvia viagem no tempo. Em Kamen Rider - Sekai ni Kakero (Kamen Rider: Stay in the world), chegam a aparecer lado a lado 4 versões do herói: BLACK, RX, Robô Rider e Biorider. Com direção de Yoshiaki Kobayashi, o curta fez parte de um festival de cinema 3D na cidade de Yubari, sendo depois exibido em outros festivais pelo Japão. Simultaneamente à série de TV, foram produzidos, por diferentes autores, séries curtas de mangá nas revistas Terebi Kun, Terebi Land e Comic Bonbon.

Kamen Rider BLACK RX, por muito tempo, deixou o BLACK em segundo plano, já que eles eram o mesmo personagem. Porém, isso seria um problema facilmente contornável.

BLACK RX e BLACK, juntos.

Em Kamen Rider Decade (2009), o herói viajante dimensional foi parar em um mundo onde RX estava lutando contra Crisis há 20 anos. Em outra dimensão, Decade se vê em um mundo onde BLACK nunca se transformou em RX. No ápice do arco de histórias, duas versões de Issamu Minami se encontram, com BLACK e BLACK RX lutando lado a lado. 

Nos filmes da linhagem Kamen Rider, sempre que há um grande crossover entre os heróis, ficou comum ver BLACK e RX indistintamente lutando lado a lado, tendo em mente apenas a diversão, sem explicações ou preocupações com lógica ou cronologia. O crescente interesse do público pela forma original de RX levou a Toei a anunciar, para 2022, um reboot da série original, intitulado Kamen Rider BLACK SUN. [Veja mais aqui.]

No Brasil, foi exibido pela antiga TV Manchete na metade da década de 1990. O dublador Elcio Sodré reprisou seu papel como Issamu Minami. 

No canal pago Fox Kids, foi exibida sua versão americanizada com elenco alterado, a série Masked Rider (1995). O "RX americano" ainda apareceu em um crossover com os Power Rangers, mas sua passagem pelo Brasil não marcou muito o público, que em sua grande maioria se interessou mais pelo RX exibido em TV aberta. 

Até hoje, o personagem Issamu Minami é um dos heróis japoneses mais queridos pelo público brasileiro, seja como o sombrio Kamen Rider BLACK ou o radiante BLACK RX. 

RX e Acrobatter

FICHA TÉCNICA:

Kamen Rider BLACK RX ~ 
仮面ライダーBLACK RX

Estreia no Japão:
23/ 10/ 1988 (TBS)
Número de episódios: 47

Criação: Shotaro Ishinomori
Roteiro: Takashi Ezure, Kenichi Araki, Kyouko Sagiyama, Junichi Miyashita, Takashi Yamada e Ryusaku Murayama
Design de personagens: Katsuhi Murakami (RX, Biorider, Roborider, Shadow Moon), Keita Amemiya, Ryu Noguchi, Tamotsu Shinohara e Shotaro Ishinomori
Efeitos especiais: Nobuo Yajima
Trilha sonora: Eiji Kawamura
Direção: Yoshiaki Kobayashi, Masao Minowa, Atsushi Tsutabayashi, Makoto Tsuji, Takeshi Ogasawara e Noboru Matsui
Produtores: Susumu Yoshikawa e Nagafumi Hori (Toei), com Ryo Iguchi e Naoyoshi Yamada (Mainichi)
Realização: Toei Company & Mainichi Housou

Emissora no Brasil: TV Manchete
Versão brasileira: Álamo

ELENCO:

Issamu Minami (Kohtaro Minami)/ Kamen Rider BLACK RX [voz]Tetsuo Kurata
Reiko Shiratori: Jun Takanomaki
Joe Kazumi (Kasumi no Joo): Likiya Koyama
Kyoko Matoba: Megumi Ueno

Shunkichi Sahara: Makoto Akatsuka
Utako Sahara: Eri Tsuruma
Shigeru Sahara: Goh Inoue
Satomi Sahara: Shouko Imura
Goro: Joe Onodera

General Jark (Jark Shogun) [voz]Seizou Kato (eps. 1~44) e Hidekatsu Shibata (45, 46)
Maribaron: Junko Takahata
Shadow Moon [voz]: Masaki Terasoma (eps. 22 e 27)
Dasmader: Tetsuya Matsui
Kamen Rider BLACK RX, Robô Rider, Biorider [suit actor]: Jiro Okamoto (principal)
Dublês: Japan Action Club
Narrador: Issei Masamune 

::: E X T R A S :::

1) Tema de abertura (ao vivo - versão 2000):

Kamen Rider BLACK RX
Letra: Chinfa Kan / Melodia e arranjo: Eiji Kawamura
Intérprete: Takayuki Miyauchi 



2) Tema de encerramento (cover - 2021):

Dare ka ga kimi wo aishiteru ("Alguém ama você")
Letra: Chinfa Kan / Melodia: Tetsuji Hayashi / Arranjo: Eij Kawamura
Intérprete: Vocapanda


3) Confira ensaios visuais repletos de informações adicionais, diretamente no blog parceiro Casa do Boneco Mecânico:




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8 comentários:

Jorge Hakaider disse...

Sempre considerei RX uma série bem inferior a Black, deveria ter sido uma série feita separadamente. A música tema de abertura e encerramento é ótima na voz de Takayuki Miyauchi, um dos pontos altos de RX. Aproveitando, gostaria de ver uma resenha aqui sobre um dos meus Kamen Riders favoritos, o KR Kuuga, não sei se o Nagado já assistiu. Kuuga, Agito e ZO estão entre meus Riders preferidos.

Alexandre Nagado disse...

Fala, Jorge.

Também gostava mais do BLACK, mas em RX eu vi muito potencial desperdiçado. Uma volta das personagens da Kyoko Akizuki e Satie teria sido incrível, pois havia certa tensão devido a sentimentos represados. Já pensou Kyoko descobrindo que Issamu estava vivo e voltando ao Japão? E os Riders lendários tendo uma atuação mais intensa, com direito a participação ao menos da identidade humana do Rider 1 e do V3? E o Shadow Moon ficando mais episódios? E ainda não engulo o final estranho.

Valeu! Abraço!

Fabiano disse...

Curiosamente lembro da de assistir essa série do que o Black na infância e pensando agora em retrospectiva ela teve muitos elementos novos em comparação as séries anteriores da franquia elementos que foram utilizados na séries posteriores como o Rider ter novas formas, uso de espadas. Assistindo recentemente percebi que o roteiro tem mudanças bruscas de rumo e a ligação com Black ficou muito tênue fora a participação breve do Shadow Moon e flashback do herói com os parente na série antecessora.
Não gosto muito do arco final e o vilão final também cuja resolução até lembrou o final do Black e confesso que gostaria de revela novamente na tv ou streaming de maneira legalizada, mas com todo imbróglio com a dublagem do Black acho difícil isso acontecer por hora.

Fabiano disse...

Como o colega que comentou acima, eu também tenho bem mais recordações do RX que do Black, talvez por ser muito novo quando o Black foi exibido. O legal dessa série, na perspectiva da época que foi exibida aqui pela primeira vez, é que era muito diferente dos outros tokusatsu - tinha a moto, as formas alternativas (que bem ou mal ia adicionando elementos surpresa ao longo dos episodios), etc. Sem contar algumas cenas que talvez hoje não poderiam existir, como naquele episódio em que o casal da família com quem o Isamu morava foi assassinado - em algum momento em que o Rider estava derrubado no chão, uma das crianças pega a arma e começa a atirar desesperadamente no vilão do dia. Mérito da série ou simplesmente produto do seu tempo, tenho boas lembranças.

Alexandre Nagado disse...

Olá, Fabiano (1):

Eu acho que o grande problema de RX foi a série não ter um planejamento bom, coisa que o BLACK já não teve. Isso resultou em um conjunto muito irregular. Digamos que eu gostava mais do RX antes de ver a série. Depois de ver, o que eu gostava (visual e músicas) eu continuei gostando, mas o roteiro em si é muito fraco, inconsistente e com várias soluções que considero ruins.

Valeu pela participação! Abraço!

Alexandre Nagado disse...

E aí, Fabiano (2):

A morte do casal Sahara foi algo bem gratuito na série, e ajudou a deixar o final ainda mais insatisfatório, conforme já comentei em outro artigo. E as situações não resolvidas em BLACK ficaram no limbo, criando um abismo entre as duas séries.

Acho RX uma série interessante, mas muito aquém do que poderia ter sido.

Valeu! Abraço!

Erica disse...

Como você mesmo disse na matéria, Nagado, o maior problema de RX foi se propor a ser uma continuação de Black. O roteiro não tinha inserções necessárias para fazer a ponte entre a sua antecessora. Na minha opinião, existem 2 falhas que permeiam toda a série:

1ª) Não há uma menção explícita de decurso temporal (eu só soube que RX se passa 6 meses após o final de Black, quando assisti a série legendada em inglês, onde a sinopse no site informava). Custava o narrador falar isso já no 1º episódio? Ou um texto informando, como as novelas ou filmes?
2ª) Em decorrência dessa primeira, dá a impressão de que a série se passa em um outro Japão ou outra Tóquio, onde as pessoas não parecem se lembrar nem de Black ou Gorgom. Todas as referências a Black que você citou na matéria eram de conhecimento apenas do próprio Issamu. (inclusive você esqueceu da caverna milagrosa onde ele levou o carro para ganhar vida). Shadow Moon aparece, convenientemente, sem memória e ninguém do círculo de amizade do Issamu o vê (só o Joe que também não tem memória).

No entanto, temos os pontos interessantes como as formas dele e como elas surgiram (no arco da Princesa Garônia, que é a melhor parte da série) e alguns episódios com boas cenas de luta e monstros com visual excelente. Mas, tem episódios que são tipicamente vergonha alheia (ainda não me decidi qual o pior deles: se é do monstro que come banana ou do RX vira porco).

Nos últimos anos, consegui rever a série sem usar o artifício de imaginar ser outro herói. Consegui tirar mais coisas boas dela, porém não a ponto de gostar. Tem muitas série Riders melhores que ela. Consegui entender a intenção dos roteiristas em trazer leveza, principalmente para o Issamu. Afinal, por mais traumas que uma pessoa possa ter, não deve viver o resto da vida sofrendo. Isso poderia levar uma pessoa normal a depressão. Interessante, isso daria uma ótima discussão. Porém, ainda tenho o Black como a minha série preferida e, por mais imprecisa que seja, RX é sua sequência e faz parte das aventuras dele.

tuneldotempotv disse...

Olá, Nagado.

Ótimo texto sobre Kamen Rider Black RX. Concordo que mesmo com alguns furos de roteiro, a série tem grandes momentos. Gosto da ideia de continuação de Black, porém vivendo um novo momento e lutando contra inimigos espaciais.

Abraço!

Bruno (Canal Túnel do Tempo TV)