sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

Entrevistas sobre cultura pop e política

Duas entrevistas gravadas recentemente, envolvendo entretenimento e temas polêmicos.
A cultura pop foi invadida pela militância política.
Além de manter meus blogs, tenho uma presença forte no Twitter, onde me envolvo em questões políticas, mas sem deixar o entretenimento e a cultura pop de lado. Por conta disso e de meu histórico no mercado editorial, fui convidado para duas entrevistas seguidas neste começo de ano.

Primeiro, foi para um YouTuber brasileiro residente na Austrália, o grande Kim Paim. Seu canal sobre política é relativamente recente e ele tem conseguido boa projeção, com vídeos bastante esclarecedores e engajados no movimento da direita brasileira. Fã de animês, ele abriu espaço em seu canal para conversarmos sobre cultura pop japonesa. 

Por questões técnicas, foi feito somente o registro em áudio.




Depois, a mesma entrevista foi disponibilizada em formato podcast, no Metasta-Se, um projeto que o Kim mantém com outros colegas.


Ouça na sua plataforma preferida:

::: Podcasts Google - Radio Public - Spotify :::

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A segunda entrevista, que na verdade foi gravada um pouco antes, foi para o podcast do Movimento Conservador, um grupo atuante na divulgação do conservadorismo, no apoio ao Presidente Jair Bolsonaro e no combate às pautas políticas da esquerda. 



Como os leitores sabem, é nesse campo onde me identifico e a conversa com a apresentadora Teff Ferrari teve um teor bastante politizado. Se essa não é sua praia, ouça por sua conta e risco, mas não diga que não avisei. Em tempos de polarização e hostilidade por causa de política, irei evitar atritos neste espaço.

Ouça na sua plataforma preferida:


:::  Links no Anchor - Spotify   :::

Ambas as entrevistas serviram para que eu pudesse discorrer sobre algo que é muito forte no entretenimento japonês, que é a transmissão de valores nobres através da ficção. Foram conversas descontraídas, que tocaram em aspectos variados da cultura pop japonesa. No caso do papo com a Teff, a pauta incluiu quadrinhos em geral e o ambiente de militância de esquerda que domina cada vez mais, inclusive no Brasil. 

As entrevistas talvez não interessem a todos os leitores do blog, mas fica o registro para quem quiser conhecer melhor meus posicionamentos políticos dentro do campo da cultura pop. 

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11 comentários:

Jonhsx disse...

Olá! Acompanho seu blog há um certo tempo mas esse é o meu primeiro comentário faço por aqui. (*^▽^)/
Desde que comecei consumir mangás e animês (o corretor está me mandando escrever "anime", mas vou deixar desse jeito porque já percebi que se não fizer você vai puxar minha orelha xD) percebi o que foi citado nessa postagem sobre os valores e conceitos importantes que são trazidos ao espectador ou leitor. Por conta disso sempre senti falta de uma discussão sobre o assunto sobre a visão de um conservador brasileiro.
Em uma época onde filmes e séries se esvaziam de princípios valiosos e se apresentam contaminados com o progressismo é um verdadeiro alívio muita das vezes assistir um animê como Kimetsu no Yaiba como tantos outros exemplos.

Ótima postagem, Nagato!

Alexandre Nagado disse...

Olá, Jonhsx!

Obrigado por acompanhar este blog! Ah, eu não ligo se a pessoa fala/escreve anime ou animê. Eu tento ir pelo certo, mas 99% das pessoas fala errado, então eu meio que desencanei. Fica um jeito "abrasileirado" de falar.

Então, esse tema dos valores transmitidos é muito caro para mim e sei que muita gente que não é conservadora e está mais no campo da esquerda também aprecia ver a exaltação da amizade e do senso de justiça. Acontece que a esquerda mais divisionista e identitária acabou se impondo na mídia e temos visto os efeitos nefastos disso.

Meu posicionamento é bem raro na área e já fui muito hostilizado por conta disso, mas eu sempre lutei pelo que acredito.

Valeu, grande abraço! E apareça mais por aqui, pois a área de comentários é um complemento das postagens.

Jonhsx disse...

Realmente... Até mesmo as pessoas que não estão engajadas com política percebem e chegam a se incomodar com o excesso de "panfletagem" que é feito nas formas de entretenimento daqui do ocidente.

E pode deixar, farei com toda certeza mais aparições por aqui como novo seguidor do blog. ^^

OBS: Percebi que escrevi seu sobrenome errado na postagem anterior. Me desculpe!

Alexandre Nagado disse...

Sinta-se em casa, Jonhsx. E não esquenta, é comum errarem meu sobrenome, ah ah.

Abraço!

Dood disse...

Nagado.

Fascinante a entrevista, logo nota-se que você é uma pessoa bem lúcida e imparcial em suas colocações. Sinto falta de profissionais limpos nesse meio. Tem sido muito difícil acompanhar notícias do mercado porque seus porta vozes do mercado nacional são bem tendenciosos e acabam por ficar presos em uma bolha ideológica que torna o diálogo saudável inviável.

Alexandre Nagado disse...

Olá, Dood. Obrigado mesmo!

Como tenho deixado claro, eu tenho lado nessa confusão toda que virou o debate político (ainda mais na cultura pop), mas procuro me pautar pela realidade e em posicionamentos embasados. Somos imperfeitos, mas sigo tentando acertar.

Valeu, apareça mais por aqui! Abraço!

Bruno Seidel disse...

Ouvi os dois podcasts e, mesmo sendo um profundo admirador seu de longa data, fiquei impressionado com sua clareza, bom senso e sensatez! Os dois são muito bons! Interessante como você recorre a informações super relevantes e que ajudam a esclarecer muita coisa que passa batida pela "indústria da lacração". Esse lance do K-Pop ser algo criado para fisgar o ocidente eu realmente não sabia. E olhando agora parece fazer muito sentido. São mesmo tempos perigosos em que a "alta cultura" e a "cultura pop" (aqui representada pelos seus respectivos autores e aspirantes a artistas) estão se esforçando ao máximo para doutrinar as gerações que estão aí. Esse esforço chega a ser exagerado e assustador, em alguns momentos. Contudo, meu lado otimista sempre me faz acreditar que essas mesmas gerações possuem discernimento para entender que estão sendo alvo de manipulação, que muito conteúdo é escrachadamente parcial e com agenda explícita. E pessoas de bom senso, quando se sentem otárias, dificilmente sofrem em silêncio. Aliás, tudo isso só faz eu perceber mais ainda como eu gosto da cultura pop japonesa, sobre a qual você foi muito feliz em dizer que a lacração passa longe. É verdade! Séries de Tokusatsu como o citado Ultraman Geed ou até conceitos como a "irmandade Ultra" e demais valores inerentes a "novos tempos" nos fazem perceber que esse lance de "não basta agradar, é preciso lacrar" foi um discurso inventado. E que pode (e deve) ser combatido! Vida longa ao entretenimento japonês!!!

anderson disse...

O sjwismo na mídia americanas e britânica seria cômico se não fosse trágico.Em Doctor Who,
não bastava a protagonista atual derrubar a audiência,agora inventaram uma Doutora negra feiosa vinda do futuro(John Pertwee vai acabar saindo do túmulo para quebrar os produtores).
E aparentemente Black Panther 2 estaria preparando Tchalla para passar o titúlo para a irmã
chata,o que seria basicamente destruir o Batman da Disney...porque simplesmente não jogam seu
dinheiro fora?

Alexandre Nagado disse...

Valeu, Bruno!

Gostei muito das entrevistas, pois fugiram do básico e entraram no pantanoso terreno da guerra cultural no entretenimento. E mais do que apenas criticar, pude dar minhas opiniões e mostrar como a cultura pop pode ser enriquecedora. Isso é resultado de minha tomada de posições, algo que me custou amizades e rendeu muitos desafetos. Mas sigo com minha consciência tranquila e feliz por encontrar apoio de gente que também está incomodada com a militância descarada que tomou conta da mídia no ocidente.

Abraço!

Alexandre Nagado disse...

Fala, Anderson.

Ao que parece, o dinheiro pra lacrar é infinito e não se importam com fracassos ou perda de público, pois a preocupação final de grandes corporações é mudar o pensamento da sociedade de cada país. É algo perverso, e cujos apoiadores estão cada vez mais de olho no Japão.

Conforme eu falei em uma das entrevistas, por mais que algumas produções japonesas tenham eventuais lacres e militâncias, o conjunto de defesa de valores como meritocracia e altruísmo estão enraizados na cultura local. Não creio que isso mude, mas vão tentar de todo jeito.

Valeu! Abraço!

anderson disse...

E quando pareçia que a estupidez dos sjws havia alcançado seu limite,eles surpreenderam nessa
semana.Incoformados com o fracasso de "A Mulher do Coringa" passaram a fazer campanha contra
o filme do Sonic,inventando que teria piadas racistas e homofóbicas e aconselhando pais a
levarem os filhos para ver "A Mulher do Coringa"(onde ouvi dizer que há até uso de cocaina
na tela).Talvez fosse melhor o Dr Eggman e os Metarex se unirem para destruir esse mundo de
uma vez...