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sexta-feira, 17 de maio de 2019

ULTRAMAN – O animê da Netflix: Vale a pena?

Resumo e análise (sem spoilers) da produção que renovou o clássico herói.
ULTRAMAN, tendo a seu lado Seven e Ace.
A recente versão animada do super-herói japonês Ultraman estreou em abril na plataforma de streaming Netflix. Totalmente ligada ao universo da série clássica de 1966, a série em computação gráfica se passa em uma realidade alternativa na qual somente o primeiro Ultraman veio proteger a Terra, desconsiderando todos os demais Ultras.
Cheio de energia Spacium, Shinjiro
precisa da armadura Ultraman para
utilizar todo seu poder.
Após derrotar vários monstros gigantes e invasores espaciais, o guerreiro Ultraman volta ao Planeta Ultra, na distante nebulosa M-78. Para agir disfarçado na Terra, o herói viveu em simbiose com o humano Shin Hayata, oficial da força-tarefa conhecida como Patrulha Científica. Durante esse período, Ultraman foi a consciência dominante e, quando partiu, deixou para trás um Hayata confuso e desmemoriado.

No presente, o velho Hayata se tornou Ministro da Defesa do Japão e mantém contato com pelo menos um de seus camaradas, o pesquisador Mitsuhiro Ide (chamado de Itto na primeira dublagem que a série clássica recebeu no Brasil). O tempo em que viveu ligado com Ultraman alterou o DNA de Hayata, dotando-o de grande força e resistência. 


Seu filho adolescente, Shinjiro Hayata, herdou o chamado Fator Ultra e é ainda mais poderoso. Com seu enorme potencial, ele é estudado pela Patrulha Científica, que evoluiu para uma organização militar secreta que opera no subsolo da antiga base, que fora convertida em museu como fachada.
O velho Hayata, utilizando uma armadura protótipo.
A principal missão da Patrulha é monitorar, catalogar e, quando preciso, eliminar seres perigosos que vivem ocultos entre a população da Terra. Há inclusive uma cidade alienígena onde vivem muitos renegados, constantemente vigiados. 

Como poder político moderador dessa realidade, existe a misteriosa Federação Estelar, com a qual colaboram representantes de povos alienígenas.

CONSPIRAÇÕES E ASSASSINATOS

Quando assassinatos em série apontam para a ação de extraterrestres, a Patrulha entra em ação e logo Hayata e Shinjiro acabam envolvidos em batalhas violentas. Tendo descoberto que possui uma grande energia em seu corpo, Shinjiro é orientado a usar uma armadura criada especialmente para canalizar seu poder, tornando-se um novo tipo de Ultraman. 

O rapaz não está sozinho, pois seu pai ainda tem uma força e vigor sobre-humanos e também conta com a ajuda do implacável agente Dan Moroboshi, que usa a armadura Seven. Correndo por fora, entram em cena o misterioso informante e lutador conhecido como Jack e o sombrio garoto Seiji Hokuto, que veste a armadura Ace.
Dan Moroboshi e Shinjiro Hayata prontos para a ação.
Moroboshi é um agente frio e sempre focado nas missões que lhe são confiadas. Vestindo a armadura ULTRAMAN 7.1, Moroboshi atira pequenas lâminas que lembram o bumerangue usado pelo Ultra Seven clássico e maneja uma espada no melhor estilo samurai. E o misterioso Seiji Hokuto, que veste uma armadura não-oficial, usa de métodos ardilosos para atingir seu objetivo, que é se vingar dos responsáveis por um acidente aéreo que matou seus pais e o deixou à beira da morte. Sua luta também é para recuperar o sorriso da garota alienígena Yuko Minami, que vive escondida para fugir dos assassinos de sua família.

Agindo à parte, o ser blindado Bemular surge como um antagonista feroz e indestrutível, cujo papel no grande plano alienígena é um mistério. Envolvido em tramas e conspirações, ele pode não ser o vilão que aparenta no começo da série.

Sem tempo para se adaptar a tantas mudanças em sua vida, Shinjiro se vê envolvido em uma grande trama com várias conspirações que não entende. Ainda um garoto, é apaixonado pela cantora de J-pop Rena Sayama, cujo pai é um policial que investiga os misteriosos assassinatos. Rena, que acaba envolvida na trama dos alienígenas, se diz fã de Ultraman, mas seu interesse envolve uma grande tragédia em sua vida pessoal. 

Shinjiro Hayata e Rena Sayama Uma relação delicada.
O MANGÁ ORIGINAL

Esse universo alternativo surgiu no mangá em 2011, na revista japonesa Hero´s Monthly (da editora Shogakukan), com roteiro de Eiichi Shimizu e arte de Tomohiro Shimoguchi. No Brasil, é publicado desde 2015 pela editora JBC, com periodicidade irregular e já conta com 10 volumes. (Resenha aqui)

O original japonês está no volume 13, sem previsão para terminar.
Sendo um universo auto-contido, esse mundo do ULTRAMAN pode ser acompanhado por qualquer um, mesmo que não tenha sequer visto a série clássica ou qualquer outra série Ultra. Porém, sendo um produto de uma extensa franquia, pipocam referências por todo lado, de monstros a outros heróis.
Ultraman e Rena Sayama, no traço
do desenhista Tomohiro Shimoguchi.
Como brinde da versão brasileira, o nome da organização que combate alienígenas ficou sendo Patrulha Científica, opção já usada na versão brasileira do mangá. O nome, adotado na dublagem original da série clássica, é a adaptação do original SSSP – Science Special Search Party. A segunda dublagem de Ultraman, nos anos 1990, rebatizou o grupo de SIA, o que desagradou os fãs antigos na época. Mas o nome adotado nas versões brasileiras, tanto do mangá quanto do animê, felizmente, foi mesmo Patrulha Científica.

Com o sucesso do mangá em seu país, bem antes da série em animê ser cogitada, os personagens já haviam sido transformados em sofisticados bonecos articulados – action figures – da Bandai. Agora, a linha de produtos deve aumentar bastante, bem como o prestígio dos autores.

[Confira no blog parceiro Casa do Boneco MecânicoULTRAMAN, Seven e Ace


O VEREDITO E O FUTURO

A série animada da Netflix é fiel na construção dos personagens e ambientação, mas toma algumas liberdades em relação ao mangá. Algumas são bem-vindas, acelerando algumas situações, mas o roteiro é um pouco irregular, nem sempre equilibrando bem conversa e ação. E há um furo no roteiro que mais parece uma cratera nuclear. 

A tal tragédia pessoal de Rena envolvendo Ultraman, no caso a morte de sua mãe como casualidade civil numa batalha, destrói a narrativa de que décadas se passaram desde que o Ultraman original partiu da Terra. Afinal, Rena ainda é uma adolescente.

Deixando essas considerações de lado, quando as lutas acontecem, o nível de adrenalina é alto, com sequências empolgantes. É nessas horas que a equipe de produção nitidamente concentrou seus esforços, pois a animação nas partes “calmas” é dura, deixando um aspecto frio em alguns personagens.


Rena Sayama, que deveria parecer emotiva e intensa, ficou um tanto inexpressiva. Na transição do mangá para o animê, é a personagem que mais sofreu com a frieza do traço digital. Um ponto positivo é que o velho Hayata foi retratado, assim como no mangá, como sendo alguém na casa dos 60 anos, mas ainda forte e vigoroso. A caracterização, de cabelos brancos e de óculos, faz lembrar o ator Susumu Kurobe (o Hayata da série clássica) exatamente da forma como ele estava quando voltou a interpretar a forma humana de Ultraman no filme e série do Ultraman Mebius (2006~2007). Atualmente aposentado, o ator interpretou Hayata pela última vez numa ponta no filme Ultraman Saga, de 2012.
Uma possível segunda temporada
pode reunir as novas versões
dos Irmãos Ultra.
No design mecânico, foi mantido o estilo visual do mangá, escancarando ainda mais a influência visual do Homem de Ferro do Universo Cinematográfico da Marvel.
Cheio de referências ao passado e com boas doses de ação, esse animê pode agradar a pessoas que viram pouca coisa ou apenas ouviram falar de Ultraman. E, sem dúvida alguma, foi feito para agradar aos que acompanham o mangá e conhecem melhor a franquia.

Ainda não se sabe se haverá uma segunda temporada, mas o final deixou a possibilidade em aberto, com muitos mistérios ainda por serem desvendados. Além disso, quem acompanha o mangá já sabe que outros heróis ainda ficaram por aparecer, com versões repaginadas de personagens clássicos do Universo Ultra. Além de Ultraman, Seven e Ace, os conhecidos Ultraman Jack, Zoffy, Tarô e os irmãos Leo e Astra também entram nas páginas da aventura. É material pra mais uma ou duas temporadas, no mínimo.

Para uma franquia que já conta com 53 anos de existência, é bom ver espaço para novas ideias e visões, sem descartar todo um legado de aventuras. Para quem descobriu esse universo agora e gostou, vale muito à pena conhecer o mangá, que desenvolve melhor os personagens e tem um traço dinâmico e elegante. E que venha logo uma nova temporada.
ULTRAMAN – Ficha técnica

Estreia mundial: 01/04/2019 (Netflix)
Total: 13 episódios de 23 min.

Criação: Tsuburaya Pro, Eiichi Shimizu e Tomohiro Shimoguchi
Roteiro: Ryou Higaki (1~4, 7, 9 e 13), Toshiro Atsumi (5~8) e Kurasumi Sunayama (9~12)
Design de personagens: Masaki Yamada
Trilha Sonora: Nobuko Toda e Kazuma Jin´nai
Produção: Production I.G e SOLA DIGITAL ARTS

Elenco (vozes originais e versão brasileira):

Shinjiro Hayata/ Ultraman: Ryohei Kimura (Japão) / Charles Emmanuel (Brasil)
Dan Moroboshi/ Seven: Takuya Eguchi / Marcos Souza
Seiji Hokuto/ Ace: Megumi Han / Arthur Salerno
Shin Hayata: Hideyuki Tanaka / Luiz Carlos Persy

Rena Sayama: Sumire Morohoshi / Flávia Sady
Mitsuhiro Ide: Uo Ken / Elcio Romar
Jack: Ryota Takeuchi / Raphael Rossatto
Edo: Shigeru Ushiyama / Daniel Müller
Yusuke Endo: Eiji Hanawa / Eduardo Borgerth
Bemular: Kaiji Soze / Guillherme Briggs
Adacic: Yuichi Hose / Marcelo Garcia
Adad: Kenjiro TsudaMarcelo Sandryni

Yapool: Akio Nojima / Márcio Dondi


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14 comentários:

Major disse...

Que bom que voltou a escrever! Os tempos mudaram e concordei com seus argumentos quando decidiu parar, as gerações que estão vindo estão se modificando cada vez mais e certas coisas ficam difíceis para nós "mais antigos" entendermos, já que tenho a mesma idade que você Alexandre. Gosto de ler o que escreve desde os tempos da Herói e isso não mudou, então fiquei muito contente!
Sobre essa série, eu não li o mangá, então vou me concentrar só nela mesma. Pra mim é uma boa série, mas não se trata (Pelo menos eu não consegui enxergar assim) de uma série Ultra. Os elementos estão lá, sim, mas pra mim é algo feito em cima de Universo consolidado, tipo em comparação com o que acontece com Harry Potter e Animais Fantásticos, ambas compartilham de um mesmo Universo, mas andam em paralelo, não juntas. Mesmo assim isso não significa um demérito para a série não, eu gostei bastante. Um grande abraço Alexandre!

Jorge Hakaider disse...

Grande Nagado. É realmente um grande prazer para mim ler seus textos. Parece que eu volto no tempo nos tempos da saudosa Revista Herói. Eu assisti esse anime numa tacada só, gostei bastante e torço para que haja uma segunda temporada. Estava lendo o Mangá, porém não cheguei a comprar todos os números. Confesso também que só cheguei a ler três edições, porém após assistir essa animação, pretendo comprar o restante e ler do início novamente. Por fim, como leitor e seu admirador fico feliz em ver que voltou a escrever no Blog. Vou divulgar ao máximo nas minhas redes sociais para que outras pessoas também tenham acesso a esse conteúdo incrível. Abraços.

Alexandre Nagado disse...

Olá, Major!

Obrigado por acompanhar meu trabalho e ainda gostar de ler o que escrevo. É legal quando a gente amadurece junto com o público.

Sobre o ULTRAMAN, é mesmo um universo paralelo com inúmeras possibilidades interessantes, que os autores estão explorando de forma bem criativa. A animação deixa a desejar em alguns pontos e é empolgante em outros. Tomara que tenha uma segunda temporada, para que possam mostrar uma correção de rumos.

Valeu! Abraço!

Alexandre Nagado disse...

Olá, Jorge Hakaider!

Se puder veja todo o material que saiu aqui. Tem arcos narrativos ótimos e o desenvolvimento dos personagens é mais consistente do que na animação. Esses autores do mangá tiveram a grande chance de suas vidas ao conseguirem autorização para produzir esse título e não desapontaram.

E muito obrigado pela força de sempre!
Grande abraço!

Adelmo Veloso disse...

Excelente! Tanto o retorno do Blog quanto a resenha!

Eu só tinha ouvido falar na série e visto algumas informações nos reviews do Usys, que me deixavam bastante curioso. Soube do mangá quando as resenhas começaram a aparecer por aqui e ao saber da série, fiquei empolgado.
Assisti e curti bastante! Tanto a história quanto as cenas de ação,que me deixaram com vontade de ter o SH Figuarts do Shinjiro e do Moroboshi!

Tomara que venham mais e mais temporadas! Tem muita coisa ali que ainda não ficou claro. E, claro, também fiquei curioso pelas séries, assim como um dia me dasapeguei do Kamen Rider Black e fui ver os mais novos!

Alexandre Nagado disse...

Fala, Adelmo!

Realmente, deixaram pontas soltas, mas ainda não sabemos se terá mesmo uma nova temporada. Se não tiver, até que não fica tão feio com as pontas soltas que ficaram. Agora, o mangá eu quero ver logo alcançando a cronologia japonesa, pois tem muito mais referências a outros Ultras clássicos pintando.

Valeu pela força!

Abração!

Usys 222 disse...

A primeira matéria já é para tirar o atraso!

Eu acho que foi uma boa ideia usarem animação em 3D, especialmente para as cenas com as armaduras. Com isso dá a impressão de se ser uma obra em tokusatsu. A luta com o Alien Adacic dentro do armazém abandonado me lembrou muito os seriados da Toei. O uso de Motion Capture também ajudou nesse sentido, dando maior sensação de realismo.

Eu gostei dos designs dos personagens, que ficaram ainda mais parecidos com os atores das séries clássicas. O Moroboshi de cabelo preto ficou bem mais próximo do Koji Moritsugu e em algumas cenas me dava a impressão de ser ele mesmo. Mas é inegável que as cenas de cotidiano pareceram um tanto artificiais, áridas até.

Para essas partes, talvez devessem ter usado animação tradicional, como em alguns desenhos de robôs. Mas com o raciocínio de Shinkalion ou dos especiais de cinema de Precure dirigidos pelo Hiroshi Miyamoto, em que os desenhos e os modelos em 3D são bem próximos um do outro, feitos de modo que a transição de animação para 3D não cause estranheza. Outra opção seria deixar o Koichi Sakamoto fazer uma versão em tokusatsu mesmo, já que ele queria tanto.

Notei que houve várias mudanças e não sei se os autores foram consultados. Li o volume mais recente do mangá e realmente não consigo imaginar como vão encaixar tudo isso. Tem muita coisa que não bate, a começar por essa da mãe da Rena, já que... er... deixa pra lá. E notei que a tradução não foi feita pela Drik Sada, como na JBC. Então entendo que tudo ocorreu sem cooperação com essa editora.

Eu já aprendi que existem vários universos Ultra, cada um com seu conceito dos Gigantes de Luz. Um exemplo seria Ultraman Choutoushi Gekiden, em que os Heróis Ultra usam armaduras e agem como personagens da Shonen Jump. Ou Ultraman Kids, em que eles são todos crianças. Sendo assim, não me causa estranheza haver um mundo em que eles são de tamanho humano e usam armaduras tecnológicas. E os próprios Shimoguchi e Shimizu contam que já estavam preparados para receber críticas desfavoráveis.

Tomara que continuem e façam pelo menos o arco de Nova York. Esse tem lutas muito boas, além de ser o que reúne os "Seis Irmãos Ultra".

Bruno Seidel disse...

Eu simplesmente adorei essa versão em anime! Claro que muito da minha opinião é contaminada pela euforia de termos uma produção desse nível técnico sobre um personagem de tamanha representatividade na cultura pop japonesa. Eu já assisti a todos os episódios pelo menos duas vezes e torço para que a aceitação seja muito positiva, porque podemos ter aí o início de uma nova tendência, semelhante ao que foi a invasão das séries de super-heróis na TV brasileira nos anos 1980/90. Já pensou que legal seria ter mais produções do tipo chegando diretamente no conforto e qualidade do streaming?
Lembro que quando estreou o anime do Cyborg 009 (uma das minhas obras preferidas) no Netflix, eu fiquei muito feliz e otimista com o que poderia vir na sequência.
Claro que essa primeira temporada do anime do ULTRAMAN tem seus pontos negativos. A mencionada "engessada" nas cenas de diálogo realmente torna os personagens mais frios e artificiais. Também lamento o fato da versão brasileira de dublagem não ter escolhido o Carlinhos Silveira para refazer o papel do Ide, como ocorreu na redublagem da série original. Já vi gente dizendo que não conseguiu assistir até o fim, por ter achado "arrastado" demais.
Acredito que, para os fãs das séries clássicas, o anime tem um sabor todo especial, principalmente pelas constantes referências que só esses fãs são capazes de sacar na hora. E como eu já li o mangá, sei que novas referências e novos arcos incríveis estão por vir. Por isso, torço para que a aceitação do público seja positiva e para que o Netflix continue produzindo o anime. A minha parte eu já fiz: assistindo, recomendando e dando "5 estrelinhas".

Alexandre Nagado disse...

Fala, Usys!

Olha, eu acredito que os autores sequer tenham sido avisados sobre as liberdades criativas que a equipe da animação tomou. Geralmente, mesmo autores consagrados ficam da porta pra fora nos estúdios de animê. Acho que só alguns medalhões conseguem se integrar nas adaptações.

Falando no Moroboshi, dei um pulo de empolgação quando vi que usaram o efeito sonoro da transformação clássica. Aliás, o uso de efeitos sonoros conhecidos deu um charme extra para a série.

Valeu, abraço!

Alexandre Nagado disse...

E aí, Bruno!

Também estou na torcida por uma nova temporada e por mais adaptações de mangá. A Netflix tem mostrado cada vez mais interesse em personagens japoneses, mas ainda é cedo para saber se isso vai se consolidar. Fiquemos de olho.

Falou! Abraços!

anderson disse...

O papel de Bemular nessa versão parece se inspirar no fato de ele originalmente ter sido
uma das primeiras propostas para o que se tornou Ultraman -que mostraria um monstro heróico
chamado Bemular.Outros rascunhos de Tsuburaya incluiam Redman que aparentemente inspirou
depois o visual de Ultraman Zearth ,e Whoo que teria elementos de Doctor Who(naquela época DW era bem melhor do que a atual Dra SJW) que acabou se tornando uma série muito diferente vários anos depois.E resta saber se o nome Rena seria um indício de que um certo Ultraman fora do periodo clásssico que passava nas manhâs da Record também terá uma versão nessa série.

Alexandre Nagado disse...

Fala, Anderson!

Sim, essa série cruza muitas referências dentro do Universo Ultra, incluindo informações de bastidores. A Rena Sayama foi realmente inspirada na Rena Yanase de Ultraman Tiga. Só não sei ainda se outras referências irão aparecer. No mangá, já vi que, além dos 6 Ultra Kyodai, os irmãos Leo e Astra também vão dar as caras. O título por si só já é divertido, mas pra quem conhece bem os Ultras, é um verdadeiro espetáculo.

Valeu! Abraço!

André Silva disse...

estou lendo o mangá, já no volume 7, é uma série muito gostosa de acompanhar espero retomar o quanto antes a leitura, quanto a animação talvez de uma olhada nas cenas de ação já que não curti a 'animações paradonas' dos momentos cotidianos.

Alexandre Nagado disse...

Fala, André. O mangá é mesmo bem interessante e muito melhor resolvido em termos de história. Pena que estejamos defasados em relação à cronologia original da publicação. Tomara que a JBC tire logo esse atraso.

Valeu! Abraços!