segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Sobre dificuldades e incoerências em nomes de heróis japoneses

Qual a escrita correta?
(Imagem criada a partir de uma arte
de Shotaro Ishinomori.)
Personagens japoneses são criados no contexto de um idioma que possui uma estrutura de escrita totalmente diferente da ocidental. Para serem exportados, seus nomes precisam ser adaptados ao alfabeto latino ou romano. O processo é chamado de romanização, ou transliteração para romaji, que é como são chamadas pelos japoneses as letras ocidentais. 

E o que poderia ser algo simples e objetivo, tem criado interpretações errôneas e contraditórias ao longo do tempo.


Vamos ver o caso da primeira equipe da franquia Super Sentai, o Esquadrão Secreto Goranger, de 1975. O nome vem da junção do número 5 em japonês ("gô"), com o termo anglófono "ranger". Se pegarmos o nome original com grafia japonesa, ゴレンジャー, a leitura e transcrição é "Gorenjaa", conforme indica o internacionalmente aceito Método Hepburn

Se considerarmos a intenção original do nome, é "Goranger", que também pode ser grafado "Go Ranger". Esta última talvez fosse a forma mais correta para romanizar o nome, ou seja, adaptar para o alfabeto ocidental, ou romano. Porém, a grafia usada nos veículos da equipe é "Gorenger". Com isso, a forma escrita Gorenger é vista como oficial por aparecer na série, mesmo que esteja incorreta. 

Em um livro oficial de Super Sentai,
aparece a grafia GORANGER,
mas na série aparecia GORENGER
A grafia "Gorenger" consegue estar errada tanto gramaticalmente quanto do ponto de vista de um padrão de romanização. Já as equipes posteriores tem o "ranger" escrito com "a" mesmo, como Turboranger, Ohranger e outros. 

Para complicar, não são poucas as referências japonesas que usam a grafia Goranger. Em 1993, foi editado um livro oficial de Super Sentai da coleção Terebi Magazine que mostra claramente, no capítulo destinado ao grupo pioneiro, a grafia Goranger, conforme mostra a figura ao lado.

Falemos agora sobre Sharivan (de 1983), um dos Metal Heroes mais conhecidos no Brasil. Se ouvir bem o tema original cantado por Akira Kushida, não há dúvida alguma que ele diz "Shariban", cuja grafia é シャリバン. Isso porque originalmente não existe letra "V" no alfabeto japonês. Mas a intenção sempre foi Sharivan, que neste caso é a única forma existente e aceita. Diz o produtor Susumu Yoshikawa que Sharivan vem de "Shine" + "Van", o que não faz muito sentido. E na época, foi publicado que Sharivan era uma homenagem a Ed Sullivan, o apresentador de TV que mostrou os Beatles ao público americano. Parece que alguém tentou dar sua versão pessoal sobre o nome...

Já o antecessor de Sharivan, Gavan (1982), teve o nome em homenagem ao sobrenome do ator francês Jean Gabin. Adaptado ao modo japonês, a escrita ギャバン tem a leitura "Guiabân", (com o "gui" de "guitarra") e algumas referências mostravam a forma escrita Gyaban. Na série original, dublada para exibição na TV Globo como Space Cop, chamavam o herói de Gaban, que é totalmente coerente com a intenção original. Porém, antes da série dele ser exibida, o personagem apareceu em alguns episódios de Sharivan, que passou no Brasil antes de Gavan. E lá chamavam ele de Gyaban. Mas no caso dele, o "Ban" foi substituído por "Van", como se a intenção original do nome fosse a leitura Gavan, e não Gaban. Inclusive, há referências ao ator francês que o chamam de Jean Gavin, mas quase todos indicam Gabin como o correto. Que baita confusão, dirão alguns. 

Então, qual nome é oficial de Gavan/Gaban/Gyaban? TODOS, já que todos apareceram em material licenciado oficialmente! E sim, tenho preferido a grafia romanizada Gavan, mas todas as outras também estão corretas, depende do ponto de vista ou referência. 

Sobre as grafias em japonês, somente na década de 1990 é que foi adotada, informalmente, uma grafia para as sílabas começadas com "V". Assim, o animê Evangelion (1995) foi grafado originalmente como エヴァンゲリオン, e não エバンリオン, que daria a leitura de "Ebangerion". Lembrando que o "L" ainda não tem um símbolo gráfico próprio em japonês, tendo sempre como similar o som de "r" (como em "arara"). Ainda assim, foi lido aqui de forma meio "abrasileirada" tendo o "ge" de Evangelion lido como em "Evangelho".
A atriz e cantora Sylvie Vartan, famosa nos anos
1960. Seu sobrenome inspirou o nome de um
dos mais famosos monstros japoneses:
Vartan, ou melhor, Baltan.
Um nome bem mais antigo é o do monstro Baltan, inimigo do primeiro Ultraman (1966). O nome original é Vartan, uma alusão ao sobrenome da cantora francesa Sylvie Vartan, sucesso mundial nos anos 1960. Grafado à moda japonesa como  バルタン (leia "Barutan"), o personagem foi adaptado nos EUA como Baltan. Esse nome pegou e até materiais de referência japoneses ou produtos de merchandising usam Baltan, tanto quanto Vartan. Caminhos tortos, esses dos nomes de personagens japoneses. 

Falando em Ultraman, ele sempre é grafado como um nome único, ao invés de Ultra Man, mas muitas divulgações ocidentais mais antigas (como no Brasil e nos EUA) já usaram a grafia Ultra Man.


Já o Ultra Seven (1967) é também escrito em várias referências como Ultraseven. Há um livro comemorativo da Tsuburaya Pro que mostra a grafia ULTRASEVEN na capa e, internamente, como Ultra Seven. A capa da Blu-ray Box do herói traz a inscrição ULTRASEVEN. Aparentemente, as duas formas são aceitas. A mesma empresa chama a forma final de seu Ultraman Nexus (2004) como Ultraman Noa ou Ultraman Noah na mesma embalagem de brinquedo, conforme observou o colecionador Usys222 em seu artigo sobre o personagem

ULTRASEVEN ou ULTRA SEVEN?
Aparentemente tanto faz,
segundo a Tsuburaya Pro.
No Japão, o nome da cultuada série tokusatsu de Keita Amemiya é GARO (2004), com a leitura "Garô". Se aqui, na dublagem oficial, dizem "Gáro" como paroxítona, essa forma também passa a ser oficial. 

Claro que sempre é preferível escrever o nome correto (ou o que foi usado mais vezes), mesmo que soe estranho ou tenha sido romanizado erraticamente. Mas não se pode ser radical demais, pois em muitos casos, os próprios japoneses se mostram ou indecisos ou tolerantes a formas diferentes de se escrever o nome de um mesmo personagem. 

Por isso, não vale a pena tentar ser muito purista nesses casos. Eu procuro escrever e pronunciar o mais correto possível, mas já não dou tanta importância a isso. 

Com relação a nomes de personagens humanos, assim como nomes de atores, acho válido considerar somente uma forma correta, respeitando o idioma japonês. Um exemplo é o nome original da forma humana do herói Metalder (1987), chamado Ryuusei Tsurugi (Hideki Kondo foi só no Brasil). Neste caso, a leitura correta é Riussei (com o "Ri" igual ao de "Maria") Tsurugui (com "gui" igual a "guitarra"). Mas aqui no Brasil é mais complicado falar do jeito certo, tanto que o herói Change Dragon (em Changeman, de 1985) era chamado de Tsuruji (ao invés de Tsurugi, como o Metalder) na dublagem brasileira. 

O desconhecimento dos padrões oficiais de romanização também levou muita gente, no início da imprensa especializada, a ler "anime" como paroxítona, sendo que o mais correto seria pronunciar "animê" (forma usada neste blog), como palavra oxítona. Isso porque o Método Hepburn não utiliza acentos, confundindo muita gente no Brasil. Hoje, com a repetição do erro por formadores de opinião, a forma "anime" como paroxítona virou o padrão brasileiro. E se a grande maioria fala, não há o que se discutir, pois a língua é um instrumento dinâmico e regionalismos criam neologismos, novas palavras. 

Mas vale frisar que denominações como chamar o primeiro Ultraman de "Ultraman Hayata" ou chamar a série Cybercop (1988) de "Cybercops" são coisas inventadas por fãs (desinformados ou com memórias confusas), que não encontram respaldo em nenhum material de pesquisa sério. Fora esses casos específicos de deturpação do nome, há realmente muitos personagens e séries com mais de uma norma oficial aceita, ou com deslizes que passaram batido no Japão pela falta de conhecimento na língua inglesa. 

Assim, devemos considerar que, em alguns casos, mais de uma forma de escrita pode ser aceita sem que se cometa uma gafe imperdoável. O licenciamento pode ter vários caminhos para aceitação de formas diferentes de um mesmo nome. Os próprios japoneses, muitas vezes, têm dificuldade em definir padronizações de escrita ocidental, muitas vezes cometendo erros e equívocos. 

Enfim, toda essa discussão é pertinente do ponto de vista de catalogação de personagens e produções, mas deve ser vista com a devida relativização, pois não é uma ciência exata. 


**************************
Nota: Este blog não utiliza à risca o Método Hepburn. Como estamos no Brasil, o uso de acentuação ajuda a deixar a romanização mais clara e com a pronúncia mais próxima da intenção original.

16 comentários:

Usys 222 disse...

Eis aqui uma questão que todo mundo que escreve sobre o assunto fora do Japão já deve ter enfrentado. Realmente é difícil saber como é a escrita correta dos personagens em caracteres ocidentais. E isso se existir alguma.

No meu caso, nas apresentações de figuras uso mais a escrita da embalagem. Mas prefiro "Yurian" do que "Yullian", por exemplo. No caso do Jonias/Joneus preferi a segunda ao ver de onde veio o nome. E eu ri bastante quando vi a embalagem do boneco em vinil do Ultraman Noa/Noah pela primeira vez.

Pokémon também enfrentou esse tipo de incoerência na grafia. Em alguns dos primeiros capítulos do desenho é possível ver escrito "Pockemon", que é a contração do título original do jogo, "Pocket Monster".

Toru Hirayama comenta que dava nomes aos heróis baseado na sonoridade mesmo. Por isso ele teria feito tantos heróis com "-der" ou "-ger". Segundo ele, programas de sucesso têm nomes que soam bem. E pelo visto, mesmo que não façam muito sentido, como por exemplo "Hurricaneger".

"Ultraman Hayata" era um termo que eu ouvia quando era pequeno. Também tinha "Ultraman Go" para diferenciá-lo do "Hayata", uma vez que os dois eram chamados simplesmente de "Ultraman" e na época ainda não existia o nome "Ultraman Jack". Eu mesmo falava "Ultraman Hayata" (Go para mim sempre foi "Regresso"), mas achava que isso era apenas entre um círculo de amigos e fiquei surpreso ao ver tanta gente usando muitos anos depois.

Mas um termo que fã nenhum perdoa é "Ultraman Seven". Essa não dá para engolir e em alguns casos é motivo de briga.

Alexandre Nagado disse...

Olá, Mr. Usys!

Ultraman Seven é sensacional, de tão bizarro. O pior é que apareceu assim no contrato "misterioso" que a Chaiyo tailandesa mostrou para provar que tinha direitos comerciais sobre os Ultras clássicos em todo o mundo (exceto no Japão). Não imagino um executivo da Tsuburaya assinando um contrato em que aparecesse escrito Ultraman Seven.

E a sonoridade do nome realmente é o que fala mais alto. Tem também o nome Kamen Rider Stronger, que não faz sentido, já que o "er" indica comparação com algo. "Stronger than..." seria a forma de dizer que é mais forte que alguém específico. Dizer "O mais forte" seria "The Strongest", mas a sonoridade não seria tão legal.

E fiquei com receio de escrever esse post, por apenas mostrar um problema. Mas achei importante levantar esses pontos, pois as coisas não são tão óbvias quanto pode parecer para alguns.

Abraço!

César Filho disse...

Esse assunto é pertinente, embora não pareça para muitos. Acho válido tocar nesse ponto e a análise é bastante esclarecedora. Alguns exemplos do post eu tinha lido no e-book da Cultura Pop Japonesa que você lançou anos atrás, Nagado.

No caso do Gorenger, eu prefiro escrever com "E", pois o mesmo passou a ser oficializado pela Toei Company. Recentemente a grafia ficou assim na capa do blu-ray que vai sair a partir de fevereiro no Japão.

Agora, sem radicalismo, tem algumas coisas que eu sinceramente acho bizarro. Já ouvi algumas pessoas lerem, por exemplo, Gokaiger com "guer" ao invés de "djer", que é o mais correto. Outro exemplo: alguns chamam Kamen Rider Decade de "Dequeide", quando na verdade a pronúncia é "Diqueide" (que significa "década" em inglês). Outro exemplo 2: já ouvi Janperson na proparoxítona, quando na verdade é mencionado na série na paroxítona. Eu fico apenas observando e não gosto de corrigir na hora. A não ser quando estou batendo um papo e tomando aquele cafezinho. (rsrs)

Sim, realmente eu não perdoo (no bom sentido, claro) quando chamam o primeiro Ultraman de "Ultraman Hayata". Sempre explico na boa que Ultraman é o herói de M-78 e que Hayata é o seu hospedeiro. Do contrário teríamos que chamar o primeiro Kamen Rider de "Rider Hongo" ou invés de "Rider 1-gô". Cheguei a escrever sobre isso em meu blog no começo do ano passado.

Bruno Seidel disse...

Ainda há outros exemplos clássicos de confusão na grafia. Um deles é o do Jaspion, que ficou conhecido no Brasil dessa forma. Quando a grafia "Juspion" apareceu pelas primeiras vezes, muita gente caiu em cima mas, para a surpresa da maioria (inclusive minha), a mesma era usada na própria série (inclusive na pistola do herói). isso porque "Jaspion/Juspion" é a junção das palavras "JUStice + chamPION". Ou seja, escreve-se "Juspion" e pronuncia-se "Jaspion". Mas no Brasil, com o sucesso avassalador da série, o uso da grafia "sonora" basicamente encerrou o assunto (hoje quase ninguém mais usa "Juspion").

Outro exemplo clássico é o de Sprectreman, que já foi chamado de Spectraman e Spectromen.

Na hora de pronunciar os nomes das séries, eu normalmente "imito" a pronúncio japonesa. Exemplo: eu digo "Kamen Rider bui surí" ao invés de "Vee three" ou "Vê três". Um dos raros casos em que eu não consigo usar a pronúncia nipônica é Sun Vulcan: eu não consigo falar "Sanbárucan". huehueheuheuhehe

Aniki disse...

Ao ver essa postagem lembrei ao mesmo tempo de outro herói com grafia complicada: Changerion. Pelos katakana utilizados a romanização correta seria Shanzerion. Mas a romanização oficial nos produtos acabou sendo Changérion(com acento mesmo). Acabo pronunciando o nome do personagem assim, afinal é a romanização oficial, sem qualquer outra versão internacional que eu conheça.

Você citou Metalder. Lembro que na época que a série passou na Bandeirantes eu imaginava o nome civil do personagem como Rideck Kondo hehehehehehe. Não dá pra culpar alguém que não tinha qualquer conhecimento sobre nomes japoneses na época. E creio que não fui o único a pensar assim. Também imaginava outros nomes escritos assim: Magaren, Suruji, Raiate, Saiaca, Chima, Din, Acama, Curoda... Como não tinha videocassete na época dos VHS da Everest Vídeo e Top Tape eu sequer imaginava sobre a romanização correta dos nomes japoneses, algo que eu só viria a aprender depois com a revista Herói e similares. Salvo engano acho que o Estadinho ou a Folhinha publicou uma matéria sobre Ultraman e na mesma chamaram o Hayata de Iota(?).

Eu admito que sou um dos que prefere a pronúncia Jânperson. Janpérson me parece meio acaipirado, embora provavelmente seja o correto.

Abraços.

Synbios disse...

Para quem gosta de piadas às vezes é um prato cheio, por exemplo, na Desciclopédia, rola piada de Gokaiger com uma das romanizações(apesar de não ser a mais utilizada, eu vou na contramão e só chamo ele pela grafia menos utilizada) do nome de um dos vilões da série e um certo time de futebol...

Anônimo disse...

De: Luciano MT

Eu sempre achei isso muito confuso. Deveria ter uma regra universal de dublagem em relação a esta romanização. Por exemplo, no Japão se adora colocar estrangeirismos. O que se deve colocar? A pronuncia fonética do japão, o dito em inglês ou traduz o termo inglês para a lingua portuguesa (caso seja de dificil pronúncia)? Vou dar o exemplo do Kamen Rider V3, conforme o exemplo acima do colega: seria 'Bui Suri', 'Vee three' ou 'Vê três'? Na dublagem de Black RX foi dito como 'Vê três'.

Além do mais o artigo foi em cheio em relação a minha principal dúvida do pioneiro dos Metal Heroes: GAVAN soa muito melhor por aqui.

E pra terminar, o protagonista de Dragon Ball. Apesar da grafia 'Goku' ser a mais utilizada, em DBZ já foi utilizado a grafia 'Gokuh' (no episódio 'Goku usa um Kamehameha para salvar sua vida', escrito no traje de astronauta) e no game para PS1 'Dragon Ball Final Bout' é utilizado a grafia 'Son Gokou'.

Alexandre Nagado disse...

Fala, César!!

A lista de nomes que causam confusão é enorme. Bem lembrado esse do Decade. Já é um nome que eu acho esquisito demais, as interpretações, então...

Janperson eu pretendo dar uma pesquisada. Acho o personagem interessante e mais bem resolvido que o Jiban. Uma hora tentarei ver mais episódios, pois vi pouca coisa na época em que foi lançado.

Valeu, abraço!

Alexandre Nagado disse...

Fala, Bruno!!

Falando no Jaspion, se a gente considerar JUStice ChamPION, a pronúncia deveria ser "Djâspion". Mas o Ai Takano, logo na música de abertura, fala "Jáspion" igualzinho ao modo que nos acostumamos aqui.

E Toru Hirayama tinha razão. O nome tem que soar bem. Debater significados e formas é para fãs e pesquisadores, ah ah.

Abraço!!

Alexandre Nagado disse...

E aí, Mr. Aniki!

O Changérion tinha uma tentativa de soar meio "afrancesado", por isso essa escrita. Lembro de ter visto um anúncio de vídeo do Changérion com um texto em francês. Não entendo francês, mas espero que alguém com conhecimento tenha revisado o texto antes de publicarem. Mas depois que eu vi "Anniversally" em um livro oficial, não duvido de mais nada... :-P

Abraço!!

Alexandre Nagado disse...

E aí, Synbios!

O vilão que citou era bem legal. Segundo o Usys, é Vasco mesmo:
http://usys222.blogspot.com.br/2015/06/sh-figuarts-vasco-figuarts-zero-sally.html

Abraço!

Alexandre Nagado disse...

E aí, LucioanoMT!

Essa do Goku eu não sabia. Mais uma prova de que os criadores e licenciantes não levam isso a ferro e fogo. Quem briga mais por causa disso são os fãs.

Como eu disse, gosto de tentar ser o mais correto possível, mas já não esquento a cabeça com isso. Seja grafando "Ultraseven" ou "Ultra Seven", o pai do Ultraman Zero continua sendo um dos maiores heróis do Universo. E ponto final.

Abração!

Ondashiz disse...

Antes que achava que o nome do vilão de Jaspion fosse Magaren ou MacGaren (Já vi escrito assim). Mas uns meses atrás eu vi as action figures dos metal heroes, e lá estava ele, com o nome "Mad Gallant".
Pensa num cérebro que explodiu!

Alexandre Nagado disse...

Olá, Ondashiz. Bem-vindo ao Sushi POP!

Eu acho que em Jaspion foram muito felizes nas adaptações de nomes. MacGaren é muito legal. Da mesma forma, prefiro Boomerman do que Boomerang. Só não sei se foi sugestão da Everest Vídeo ou da Álamo. Sou propenso a achar que foi a primeira opção, pois muitas outras mudanças de nome também vieram de lá.

Abraço!

Tiago Cardoso disse...

Transliteração em idiomas de outra raiz é algo difícil mesmo.

Alexandre Nagado disse...

Sem dúvida, Thiago.

Mas ainda assim eu sempre me surpreendo ao ver empresas grandes cometendo erros básicos de transcrição de inglês.

Valeu! Abraço!