RECADO AOS VISITANTES:

Olá! O blog ainda está de férias, mas já estou trabalhando em novas postagens. O Sushi POP voltará a ser atualizado no dia 1 de agosto (terça), no período da tarde.

O que vem por aí:
- Ultraman Geed, Novo Lobo Solitário, Katokutai, Pinóquio de Osamu Tezuka, Danger 3, resultado da convocação para trabalhos acadêmicos e mais!

Esteja aqui para conferir. Até breve!

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Os Kamen Riders de Keita Amemiya

Um breve olhar sobre os dois Kamen Riders criados para cinema e que traziam a assinatura de um dos mais importantes diretores de filmes de fantasia e aventura do Japão.
ZO e J, heróis criados especialmente
para aventuras no cinema.
O diretor Keita Amemiya
e uma arte de sua criação,
o herói GARO.

Um dos diretores e designers mais aclamados do tokusatsu é Keita Amemiya, nascido em 24 de agosto de 1959. Sua franquia GARO, iniciada em 2004, tem um público fiel, graças a produções caprichadas, direção de arte ousada e design criativo. Antes, já era famoso e querido por ter sido o diretor principal da cultuada série de TV Jetman, além de diretor de filmes de ficção científica e fantasia, além de designer de vários seriados da Toei Company

No universo da gigantesca franquia Kamen Rider, Amemiya também deixou sua marca. Em 1988, criou alguns designs de monstros em Kamen Rider Black RX. Em 1992, foi supervisor de efeitos especiais e desenhista de produção no longa para vídeo Shin Kamen Rider - PrologueA produção era muito boa para o gênero, com destaque para a impressionante transformação orgânica do herói. Muito inspirado na versão mangá do Kamen Rider Black, Shin deveria ser um novo começo para a franquia Kamen Rider, mas o resultado não foi muito bom. 

Com um roteiro arrastado e excessivamente sombrio, a aventura não agradou o público e não houve continuação. Porém, a franquia teria uma nova chance para chamar a atenção do grande público. 
Ilustração de Keita Amemiya para um pôster
incluído em uma coletânea de artes e fotos de seus filmes.
Em 1993, a Toei queria um novo Rider para estrelar seu evento Hero Fair, também chamado de Hero Festival. Tratava-se de uma mostra de aventuras especiais para cinema que ocupou o lugar de um festival mais antigo, o Manga Matsuri, que já havia brindado o público com aventuras inéditas de Kamen Rider Black, Changeman, Maskman, Dragon Ball, Cavaleiros do Zodíaco e outros. 

Para o primeiro Hero Fair, haveria episódios especiais de Janperson e Dairanger, as duas séries tokusatsu que a Toei estava produzindo naquele ano. E a atração principal seria um filme de média metragem com um Kamen Rider inédito criado por Shotaro Ishinomori. Nascia o Kamen Rider ZO (leia Kamen Rider "Zettou"), o primeiro a ser totalmente dirigido por Keita Amemiya. Com seu prestígio como diretor em ascenção graças a trabalhos como Zeiram (1991), ele teve a chance de deixar sua marca na franquia Rider, com dois bons filmes onde foi diretor e também desenhista de monstros.

KAMEN RIDER ZO - Lutador incansável


Preso pelo cientista Mochizuki, o jovem Masaro Asou é transformado em um poderoso ciborgue, o Kamen Rider ZO. Em busca de respostas sobre sua metamorfose e com lacunas na memória, o Kamen Rider acaba encontrando e protegendo Hiroshi, o filho do Dr. Mochizuki, do monstro Doras. Outra das criações do cientista, o Neo Terrestre Doras planeja usar Hiroshi para forçar o cientista Mochizuki a aperfeiçoar seu corpo e aumentar seu já imenso poder. 



Excelente direção, trilha sonora e uma trama ágil e enxuta prendem a atenção do começo ao fim. O design dos monstros apresentou criaturas realmente assustadoras, como a horripilante Mulher-Aranha. A sequência em que o herói enfrenta a criatura foi parcialmente rodada em stop-motion (filmagem quadro-a-quadro com miniaturas), mas ficou um pouco truncada, sem no entanto que isso tenha atrapalhado o conjunto da obra. A luta final do herói com o monstro Doras teve um plano-sequência de tomada única que levou o espectador a se sentir quase dentro da pancadaria. O trabalho de direção foi soberbo, com muitas imagens de grande beleza e impacto.
ZO versus Mulher-Aranha: Um monstro pavoroso,
nos moldes de produções americanas de terror. Crianças pequenas
devem ter se assustado com a cena.
O ator principal, Koh Domon, tem muito carisma e foi visto depois nas séries Blue Swat (1994) e B-Fighter (1995) e no filme Black Jack 2 (96), baseado em mangá de Osamu Tezuka. Vários astros de produções anteriores fizeram pequenos papéis, a saber: Kenji Ohba (de Gavan), Naomi Morinaga (Sheider e Spielvan), Iori Sakakibara (de Exceedraft) e Masaro Yamashita (Winspector e Solbrain). 

O dublê a vestir o traje de ZO foi o excelente Jiro Okamoto, que já havia vestido os trajes dos Kamen Riders Black, Black RX e Shin (posteriormente, também seria o J). Na trilha sonora, Eiji Kawamura deu um show, a exemplo do grande trabalho feito em Kamen Rider Black, Black RX, Dairanger e outras séries. Custou cerca de 3 milhões de dólares e fez um bom sucesso, gerando até mesmo um jogo para o sistema SEGA CD. Pena que não teve continuação, pois o personagem tinha enorme potencial. 

Kamen Rider ZO [ 
仮面ライダーZO ]

Duração: 48 minutos


Roteiro: Noboru Sugimura
Trilha sonora: Eiji Kawamura
Direção: Keita Amemiya
Produção: Toei Company, Bandai e Ishimori Pro. (1993)

Elenco: Koh Domon (Masaro Asou), Shohei Shibata (Hiroshi Mochizuki), Isao Sasaki (Dr. Mochizuki), Hiroshi Inuzuka (Seikichi Mochizuki), Naomi Morinaga (Reiko) e outros.

TRAILER: Confira aqui um trailer da época, anunciando ZO e os especiais de Dairanger e Junperson.



KAMEN RIDER J - Um gigante da Terra

O pacato fotógrafo Koji Segawa é salvo da morte e recebe poderes de divindades da Terra para combater a ameaça de Fog Mother, gigantesca criatura bio-mecânica que vem do espaço para se reproduzir nas montanhas do Japão. Seus emissários são seus filhos mais velhos, Garai, Agito Zuu, que se transformam em demônios sanguinários. 

Ferido mortalmente, ele é transformado por antigos espíritos da Terra em um poderoso guerreiro. Como o mutante Kamen Rider J, ele corre para salvar a garotinha Kana, raptada para servir de sacrifício a uma horda de crias da Fog Mother. Em uma visita anterior à Terra, milhões de anos atrás, ela teria extinto os dinossauros e agora planeja que suas novas crias devorem a humanidade. A luta é feroz, com J invocando o poder do planeta para se tornar um gigante capaz de enfrentar a ameaça espacial.

Criado na esteira do sucesso de Kamen Rider ZO (cujo visual é muito semelhante), a aventura de J (de “Jumbo”, uma alusão à sua forma gigante) foi um especial de cinema exibido no Toei Hero Festival de 1994. J é o Kamen Rider capaz de crescer até 40 metros de altura, mas não foi o primeiro a exibir tal poder. 


J e o gafanhoto mutante Berry, com quem se comunica.
No curta-metragem que acompanhou o especial Ultraman vs Kamen Rider (de 1993), o primeiro Rider fica gigante para ajudar Ultraman a enfrentar um monstro. Mas não havia explicação nenhuma para o fato, era apenas uma brincadeira, um fan service muito bem filmado. Nas referências oficiais, somente J pode ficar gigante. Além disso, no longa All Rider vs Dai Shocker (de 2011), o Kamen Rider Decade fica gigante ao absorver o poder de J.
Kamen Rider J teve roteiro de Shozo Uehara, veterano das séries Ultra, o que faz dele um especialista em heróis gigantes. Mesmo sem o brilhantismo presente em ZO, o filme agrada e tem boas cenas de ação. O ator Yuuta Mochizuki foi o Tyranno Ranger em Zyuranger (1992), a série adaptada como a primeira temporada de Power Rangers.

Kamen Rider J [ 仮面ライダーJ  ]

Duração: 47 minutos

Roteiro: Shozo Uehara
Trilha sonora: Eiji Kawamura

Direção: Keita Amemiya
Produção: Toei Company, Bandai e Ishimori Pro. (1994)

Elenco: Yuuta Mochizuki (Koji Segawa), Yuka Nomura (Kana Kimura), Kyouji Kamui (Garai) e outros. 


TRAILER: Confira agora o trailer do Hero Fair de 1994, destacando J, Kakuranger e Blue Swat:



Unindo forças - Kamen Rider World 3D



No mesmo ano, J e seu antecessor ZO ainda apareceriam no curta-metragem de cerca de 8 minutos em 3D intitulado Kamen Rider World, onde unem forças contra um grupo de vilões ressuscitados. Na parte final da aventura, J luta contra um agigantado Shadow Moon (inimigo do Kamen Rider Black/ RX). O curta foi exibido em parques de diversões junto com outro filme semelhante, que reuniu os grupos Super Sentai Fiveman, Jetman, Zyuranger, Dairanger e Kakuranger
Capa de um CD chamado Kamen Rider Song Collection,
com os temas musicais de Shin, ZO e J.

Para fins de merchandising,Toei Company costuma reunir em coleções e imagens promocionais os Riders Shin, ZO e J, por serem Riders produzidos em sequência e que estrelaram aventuras fechadas, sem série de TV. Mas essa é a única coisa em comum entre eles. 

Com uma direção arrojada e visuais elaborados, ZO e J merecem seu lugar de honra por trazerem a marca de um dos mais importantes diretores de filmes tokusatsu desde o pioneiro Inoshiro Honda, do Godzilla original (de 1954) e outros filmes clássicos. 

Assim como aconteceu com Honda no passado, ter o nome de Keita Amemiya nos créditos de um filme tokusatsu sempre atrai os aficionados no gênero, pois é sinônimo de qualidade e diversão. 

EXTRA:

Confira, no blog parceiro Casa do Boneco Mecânico, dois ensaios fotográficos repletos de informação com as action figures da linha SH Figuarts do Kamen Rider ZO e do Neo Terrestre Doras




10 comentários:

Usys 222 disse...

Esses dois Riders são muito bons! ZO me encantou por um bom tempo. E J também é fascinante. Keita Amemiya é sem dúvida um dos grandes Gênios do Tokusatsu.

A cena com a Mulher Aranha me impressionou na época, mesmo com os movimentos truncados. O impacto visual da criatura já foi enorme e por isso acabei nem me importando muito com o "stop-motion nervoso".

No caso do J me lembro mais da cena em que ele fica gigante, é claro. Mas o ponto que mais me impressionou nessa cena foi o fato de se passar no por-do-sol, que combina bem com personagens gigantes. A beleza visual da cena era incrível.

E agora que eu me liguei. Fog Mother extinguiu os dinossauros e o J foi interpretado justamente por um ator que já foi um herói baseado em um tiranossauro. Isso provavelmente não foi intencional, mas foi uma boa piada.

No ano que vem deve sair a S.H. Figuarts do J. Com isso se fecham os Showa Riders dessa coleção. Devem mostrar o protótipo na próxima Tamashii Nation, no fim de outubro.

Bruno Seidel disse...

A primeira vez que eu ouvi falar desses dois Kamen Riders foi, adivinha, na Herói nº 10, claro! Na época, eu era muito fã do RX e via uma semelhança muito grande entre os visuais. Mas achava o do J e principalmente o do ZO ainda mais legais! Acho que o Keita Amemiya conseguiu atingir a perfeição no que diz respeito a character design de um Rider mais sério e sombrio para o público que tinha naquela primeira metade dos anos 1990.
São dois excelentes filmes mesmo! Lembro que comprei as VHS na época e assisti sem legenda nenhuma. As matérias que li e reli na Herói, contudo, me ajudavam a saber os nomes dos personagens e davam uma bela noção do enredo.
Tinha muita curiosidade pra ver a tal da cena em que o J enfrentava um Shadow Moon gigante (como assim?!) e passei muitos anos esperando pra ver esse especial. Porém, confesso que me decepcionei um pouco com esse curta, que me parece mais um fan-service caça-níquel do que qualquer outra coisa.
Na "Era Heisei", O J ficou oficialmente instituido como "o Rider que vira gigante". Não é só no "All Riders versus Dai Shocker" que ele assume sua forma "jumbo". No "Heisei versus Showa" (de 2014) e no "Kamen Rider GP - Rider nº 3" (de 2015) ele também ganha um certo destaque somente por ter essa peculiaridade (sendo sempre abatido com certa facilidade, diga-se de passagem).

De fato, o trio Shin, ZO e J acabou tendo uma vida muito curta, assim como o ZX: não chegaram a ter uma série própria. Porém, a Toei faz questão de sempre trazê-los de volta em seus especiais fan-services. Estão normalmente como figurantes, mas estão ali, eternizados.

Considero o Keita Amemiya um dos maiores nomes da história do Tokusatsu, pois seu requinte e estilo inigualável no character design deu "outra cara" para personagens que hoje são cultuadíssimos em seus respectivos gêneros. Não há como analisar suas obras sem fazer uma ressalva à parte sobre seu talento.

César Filho disse...

Também descobri o ZO e o J através das páginas da Herói. Na mesma época só pude vê-los através das cenas de ação reaproveitadas em Masked Rider, a terrível adaptação do Black RX no ocidente. Demorei muito tempo depois pra assistir esses filmes. Acho que há uns 8 anos atrás, na sala de exibição de tokusatsu do evento Sana (daqui de Fortaleza). Lembro que vibrei bastante e a emoção foi como ter visto no cinema. Pra quem gosta do Black, essas duas aventuras não ficam atrás. Particularmente a trilha sonora de ZO é uma das minhas favoritas. Bem que a Toei poderia dar novas aventuras aos Riders do Amemiya depois de cerca de 25 anos. Eu acho que hoje em dia o nível de ação poderia chegar perto do recente Kamen Rider Amazons.

Aniki disse...

Desses Riders dos anos 90 eu assisti o J antes do ZO(que assim como os amigos acima, conheci ambos através da Herói), numa época em que ainda se encontravam cópias de VHS seladas na Liberdade. Mesmo sem legendas e sendo aventuras fechadas me agradaram muito, e concordo que os dois poderiam ter tido a chance de uma série de TV. Entretanto é difícil dizer apenas com suposições, já que não sabemos como estava a situação financeira da Toei na época. Tudo indica que não deveria ser nada boa, vide a montanha de fantasias e figurinos reciclados em Janperson e a simplicidade visual de Blue Swat e Kakuranger. Mesmo assim os produtores se esforçaram em fazer dois média-metragens convincentes.

Depois de anos pude assistir as versões legendadas e deu pra notar uma certa semelhança na história do ZO com a saga Cell, de Dragon Ball Z(um vilão que quer evoluir seu corpo a qualquer preço), o que deixou J com um certo tom de originalidade. Mas em composição de história ZO é melhor.

Quanto ao especial Kamen Rider World foi um puro caça-níqueis, reaproveitando até mesmo o Cyborg Soldier de Kamen Rider Shin. Contando até mesmo com a participação do Shiro Izumi(Change Pegasus e Dragon Ranger), que também apareceu no Super Sentai World.

Por fim, as músicas dos filmes são ótimas. Tenho a Just One Love, do BYUE, como minha favorita entre elas.

Abraços.

Anônimo disse...

De: LucianoMT

Como disse estou reentrando nesse universo toku novamente e especialmente interessado na franquia Kamen Rider.

Vendo os três, eu não gosto tanto do Shin, creio que pela necessidade de ver o protagonista como visualmente 'cool', mas o roteiro é por deveras interessante. Tem um pegada adulta nele.

J e ZO gostei mais. O que me incomoda mais é o fato deles serem extremamente parecidos. Mas tem umas diferenças interessantes entre eles:
- J: A mutação foi feita pelo lado "do bem" e ele é superior ao inimigos. Tem o plus de ser gigante. Foi vendo os Taisens que comecei a me interessar de assisti-lo;
- ZO: A mutação foi feita pelo lado "do mal" e ele é inferior ao seu rival. A história tem mais reveiravoltas, por isso gosto ligeiramente mais deste.

Mas tem muita coisa ainda. E não consigo assistir "em maratona". Prefiro ver um capitulo diário. Assim aprecio mais a série do momento.

Ale Nagado disse...

Fala, Usys!

O design do Rider J, tão parecido com o ZO, me deu a impressão de que eles pensavam em fazer uma nova dupla de Riders, assim como foram o primeiro e o segundo Kamen Riders. O vídeo do Kamen Rider World valeu por mostrá-los agindo em conjunto. O J eu devo ter visto umas 5 vezes. O ZO, umas 20. Aliás, como o ZO eu tenho a fita VHS original, na época essa fita circulou na mão de muita gente, passou na Gibiteca Henfil e deixou muita gente fascinada.

Aguardo seu review sobre a action figure do J.
Abraço!

Ale Nagado disse...

Fala, Bruno. Eu me lembro de que, na época, eu tinha uma revista B-Club com uma matéria sobre o ZO e outra com um especial sobre o Keita Amemiya. E aí comecei a prestar atenção no nome dele em minhas pesquisas (isso antes até da Herói). Ele foi um nome fundamental na segunda metade dos anos 80 e primeira metade dos 90. Seu estilo atingiu o ápice com GARO, mas é possível ver grande qualidade artística em sua direção mesmo nos trabalhos mais antigos. Na época do ZO, ele atingiu a perfeição em termos de filme de ação com toques de arte.

Abraço!!

Ale Nagado disse...

Fala, Cesar!

Eu gostaria de ver novas aventuras com ZO e J, mas sendo realista, é quase impossível rolar. O público atual talvez não gostasse. E o ator Koh Domon saiu da área artística, não sei o paradeiro atual dele. Uma pena, pois era um ator bastante carismático.

Também gosto da trilha do ZO e considero um dos grandes trabalhos do Eiji Kawamura.

Abraço!!

Ale Nagado disse...

E aí, Mr. Aniki!!

Eu tenho o CD cuja capa usei na matéria. Gosto de todas as músicas, mesmo a do Shin é muito bonita. A "Just one love", curiosamente, não tocou no filme, salvo engano meu. Dessa leva, a "Ai ga tomaranai", do ZO, é a minha favorita. Essa música é um semi-plágio de uma canção da Kylie Minogue que foi um grande hit no Japão com a dupla Wink e ganhou numerosas regravações. O título é o mesmo e a linha melódica do início da primeira estrofe idem. Talvez eu faça um post sobre isso no futuro.

Abração!

Ale Nagado disse...

Olá, LucianoMT!

Bem observado esses pontos de diferença entre eles. O ZO lutava de modo obstinado e feroz contra um inimigo claramente superior e isso foi um grande atrativo para torcer por ele. Gosto da simplicidade dos Riders antigos, mas é gosto pessoal meu. Os atuais têm seus méritos, claro.

E eu também prefiro curtir um episódio por vez. Bom, como tenho sérios problemas com tempo, nem que eu quisesse ver em maratona alguma série, eu conseguiria...

Abraço!