sexta-feira, 18 de março de 2016

Bastidores da Revista Herói

Livro revela os bastidores da
lendária revista Herói.
A Herói foi a mais importante e influente publicação juvenil brasileira da década de 1990. Para a cultura pop como um todo, foi a mais importante que já existiu e jamais será superada. A febre da Herói foi como uma Beatlemania editorial e os bastidores de sua existência foram revelados em um livro lançado oficialmente no início deste mês.

A primeira edição,
um marco editorial.
Herói - A História da Revista que Inspirou uma Geração é o nome da obra, assinada pelos jornalistas Arianne Brogini e André Forastieri, sendo eles também protagonistas e testemunhas da época. 

Todo mundo que foi parte importante dessa história está lá, com numerosos depoimentos. E este que vos escreve, que viveu nesse furacão especialmente nos primeiros dois anos, também está lá, contando muita coisa ao lado de outros participantes, como Marcelo Del Greco, Odair Braz Jr., Ricardo Matsumoto, Renato Villiegas, Ederli Fortunato, Pablo Miyazawa, Eduardo Torelli, Marcel Goto, Ricardo Cruz, Cassius Medauar e outros. 

Com uma tiragem inicial de 100 mil exemplares, picos de venda acima de 400 mil e uma venda global de 12 milhões em seu primeiro ano de vida, a Herói gerou outras revistas, como a Herói Super, a Mini Herói, Herói Games e Herói Mangá, entre outras. Foi uma revolução no mercado editorial, inicialmente captando a euforia em torno da exibição dos Cavaleiros do Zodíaco, no final de 1994. Com numerosas capas destacando os Defensores de Athena, a Herói abriu espaço para muitos outros personagens da TV, cinema, quadrinhos e games. E surgiram concorrentes e imitações nas bancas, nenhuma chegando perto das vendas absurdas da Herói, que mudava de formato e periodicidade, uma autêntica "revista mutante". 

O livro foi anunciado no ano passado e tornou-se realidade através de uma campanha vitoriosa no Catarse, um site de financiamento coletivo. Mas além dos que colaboraram com dinheiro, houve uma impressão adicional para que fosse também colocado à venda em algumas livrarias. 

A obra - que é toda colorida - é dividida em várias partes, contando sobre o passado dos colaboradores, suas percepções, opiniões Há vários casos engraçados, curiosos, muita coisa que está sendo contada pela primeira vez e provavelmente cada colaborador deve descobrir algo que não sabia ao ler a obra completa. Foram incluídas também entrevistas inéditas com o dublador Hermes Baroli e o lendário Elvis Ricardo Jr., que comandava a seção de cartas da Herói. 

O colaborador Matheus Mossman, que já escreveu até trabalho de faculdade sobre a Herói, fez uma lista completa com todas as edições da revista principal, suas capas e relação de matérias publicadas. Com isso, finalmente consegui saber quantas matérias escrevi para a Herói. Mas também publiquei na Herói Super, na Mini e escrevi algumas notinhas curtas espalhadas em edições variadas. Essas notinhas nunca eram assinadas individualmente, sendo creditadas à redação como um todo. 
É a primeira vez que faço uma resenha de um livro no qual sou um dos personagens, então, fico meio suspeito para dar um veredicto. Mas preciso ser sincero, pois é isso o que meus leitores esperam. O livro é uma delícia de leitura, com uma edição de texto e imagem que remetem aos tempos da revista. Se você curtiu essa época, o livro é uma verdadeira viagem no tempo. Se não acompanhou, poderá saber como era se informar sobre cultura pop nos anos 1990 e descobrir o tamanho da importância da Herói e do trabalho de seus criadores, redatores, editores e colaboradores. Todos esses profissionais, aliás, são os grandes protagonistas da aventura que foi a revista. 


Em várias passagens do livro, os envolvidos contam suas memórias e percepções sobre o trabalho e a época, com muitas curiosidades. A impressão que se tem é que os depoimentos foram colhidos em uma entrevista coletiva, mas na verdade foram feitos individualmente, a maioria por e-mail. Depois, na edição de texto, os depoimentos foram entrelaçados, dando a ideia de que todos estavam na mesma sala, participando com a naturalidade de um bate-papo. Isso foi conseguido não apenas com uma criteriosa edição de texto, mas principalmente com uma coisa que unia a todos: paixão sincera pelo que se fazia. Daí a espantosa sinergia entre os depoimentos. Por isso a revista foi tão marcante. 

Herói - A História da Revista que Inspirou uma Geração


Autores: Arianne Brogini e André Forastieri
Editora: Tambor / Case Editorial
Formato: 17,5 x 25 cm, com 192 páginas
Lançamento: março de 2016
Preço: R$ 35,00 

EXTRA: O lançamento do livro, com o cantor Ricardo Cruz entrevistando o povo que estava lá!



30 comentários:

Adelmo Veloso disse...

Nostalgia em forma de livro! A revista Herói foi fundamental para todos os fãs de Saint Seiya - incluindo a minha pessoa. Cheguei a comprar uma ou outra edição, pois era um garoto liso, mas li praticamente todas as que meu primo comprou! Agora que a situação melhorou um pouco, chegou a hora de prestigiar o trabalho dessa briosa equipe! Meus parabéns, mestre Nagado e todos os envolvidos na obra.

Michel disse...

Fiquei curioso em ver, já que sou dessa época. Lembro que comprei a primeira edição, numa banca da Galvão Bueno (Liberdade), por indicação de um amigo que estava comigo, e sugeriu. Acredito que, se a revista tivesse saído antes de CDZ, não teria vingado.

Ale Nagado disse...

Fala, Adelmo!

Já estava na hora de podermos contar a história desse trabalho que marcou tanto a gente e toda uma geração de leitores. Fiquei muito contente por ter participado do livro, pois foi um reconhecimento do meu trabalho na época.

Valeu a força!

Abraço!

Ale Nagado disse...

E aí, Michel!

Na listagem de todas as edições, tem a Herói n. 50, que teve a matéria sobre Robotech/ Macross, lembra? Você me ajudou na época com referências importantes e seu nome consta na lista do livro como tendo colaborado comigo, assim como foi creditado na época na revista.

Abraço!

Michel disse...

E como lembro, praticamente foi o início de nossa amizade, e meu início em revistas. Cheguei a fazer outros textos para a Herói, após a sua saída, como a terceira parte do guia de episódios de Winspector, mas jamais foram publicadas.

Reinaldo Cardoso de Almeida disse...

A Herói foi marcante, muitas edições memoráveis como a n°10 (a 1° que comprei) e várias outras que tenho até hoje! O livro já tenho aqui e realmente ficou excelente!

Stefano Barbosa disse...

quero comprar o livro !!! como faço ??

Ale Nagado disse...

Fala, Stefano! Eu sei que tem na loja física e no site da livraria cultura. Em outros lugares, é melhor dar uma pesquisada.

Abraço!

Ale Nagado disse...

Olá Reinaldo! Obrigado por acompanhar há tanto tempo.

A edição 10 foi muito significativa para mim, pois escrevi a maior parte dela.

Abraço!

Ale Nagado disse...

É verdade, teve esse material que ficou faltando mesmo. Pena que isso se perdeu. Mas quem sabe não resgatam para o site?

Abraço!

Ale Nagado disse...

Olá Reinaldo! Obrigado por acompanhar há tanto tempo.

A edição 10 foi muito significativa para mim, pois escrevi a maior parte dela.

Abraço!

Ale Nagado disse...

Fala, Stefano! Eu sei que tem na loja física e no site da livraria cultura. Em outros lugares, é melhor dar uma pesquisada.

Abraço!

César Filho disse...

Fala, Nagado. Eu tinha comentado numa foto que postei do livro (que chegou em casa no meio da semana) no meu perfil do Instagram e vou partilhar rapidamente por aqui também. Eu descobri a revista quando eu tinha 9 anos, no comecinho de 1995. A edição #10 foi uma das mais marcantes pra mim, pois foi bastante reveladora sobre o universo Power Rangers, Kamen Rider e Super Sentai. Infelizmente tive pouquíssimas edições (por problemas de grana da época), mas sempre lia através dos amigos de escola. De uma certa forma acompanhei as várias fases da revista, desde a revista até o site.

Comecei a ler o livro e a impressão que tive é de ler um documentário interativo (até visualizo na minha mente como se eu estivesse assistindo na TV). Gostei bastante e sei que vou amar ainda mais saber sobre a história da revista.

Parte do meu interesse por programação de TV e mais especialmente sobre a cultura pop japonesa devo a vocês da Herói. Atualmente eu toco o Blog Daileon que hoje atua principalmente como "coluna sobre séries e filmes japoneses" e participo de palestras sobre tokusatsu e nostalgia pelo grupo Henshin Gattai aqui em Fortaleza.

A todos vocês, obrigado por fazerem parte da minha vida. Sempre os admirei e sempre vou admirá-los. Abraços.

Anônimo disse...

Quando era garoto começei a ler a segunda fase da revista e depois
li algumas mais antigas, e analisando hoje parece que a direção da
revista dava algum destaque a anime e tokusatsu de má vontade só para
vender bem, preferia enaltecer os comics(até hoje não tenho empatia
com o gênero,ao contrário dos filmes baseados neles).

Usys 222 disse...

Ah, a Revista Herói! O título do livro já diz tudo! Mesmo no meu trabalho existem colegas que falam nela.

Era uma época em que informações sobre os desenhos eram coisa rara e valiosa, com fontes escassas. Eu mesmo lia revistas japonesas na época (com uns três meses de atraso em relação ao Japão) e percebia que muitas publicações nacionais traziam erros, boatos e até mesmo coisa inventada.

Mas na Herói era diferente. Tinha alguns erros, mas dava para ver que o pessoal se esforçava para fazer algo sério, com bastante pesquisa. E a um preço muito mais acessível que as publicações japonesas.

Vejo também que ela foi o berço de muita gente que atua até mesmo hoje. Vou procurar por esse livro, sim! Porque fala de uma revista... um movimento de importância histórica. E Alexandre Nagado fez parte disso!

Bruno Seidel disse...

Em um universo paralelo, o menino Bruno Seidel, de apenas 9 anos, foi à banca de revistas do centro da cidade de Santa Cruz do Sul – RS, onde morava. Bruno tinha interesse por revistas de videogame e quadrinhos na época, algo bem comum para crianças de sua idade. Neste nosso universo paralelo, contudo, a revista Herói nunca foi publicada. E, naquela manhã ensolarada de março, Bruno voltou para casa sem ter comprado nada (ou talvez tenha comprado alguma revista de games ou um gibi).
Bruno cresceu sem conhecer palavras como Super Sentai, Saburo Hatte e Jyuranger. Mas como a maioria das crianças de sua idade, ele conhecia os Power Ranger, heróis que possuíam uma estranha semelhança com Changeman, Flashman e Maskman, séries que marcaram a primeira metade da infância do garoto. Também gostava dos Caveleiros do Zodíaco, de Winspector e do Kamen Rider Black RX, que estavam em alta na Rede Manchete àquela época. Mas é sempre bom lembrar que Bruno era um menino normal de classe média e, como tal, ele tinha interesses como futebol, filmes, brinquedos, travessuras...
Sem uma revista especializada em cultura pop para colecionar, a relação de Bruno com o tema nunca o fez evoluir de fã para estudioso, tampouco nerd. Ele não tinha acesso a informações de bastidores, spoilers ou guias de episódios. A internet ainda levaria alguns anos para vir com tudo. E assim Bruno seguiu sua vida cultivando outros hobbies e hábitos. Seus melhores amigos, evidentemente, também nunca foram incentivados à nerdisse.
E com a chegada da adolescência, Bruno, assim como seus amigos, fez o que toda pessoa normal (e normal aqui significa “não ser nerd”) faz: deixou os desenhos, os super-heróis, os gibis e os games de lado e passou a dar prioridade a coisas como garotas, festas, bebida e rock ‘n’ roll. Ele ainda cultivava uma certa admiração por suas paixões de infância, mas estas foram, cada vez mais, se transformando em saudosismo.
A pouca familiaridade com cultura pop fez Bruno distanciar-se dos seus colegas mais CDFs, aqueles que ainda curtiam videogame e que também tiravam boas notas. Sua tribo agora era a dos bad boys da turma. E lógico que isso refletiu em seu rendimento escolar. Acostumado a beber, a matar aula e a tirar notas baixas, Bruno teve o mesmo destino que a maioria de seus colegas encrenqueiros: repetiu de ano.
A partir daí a coisa só piorou. Bruno foi, aos poucos, se distanciando dos seus melhores amigos de infância. Outras pessoas e acontecimentos foram surgindo nessa história, claro, mas a vida seguiu outro rumo. Aquelas amizades que poderiam ter resultado em encontros, relacionamentos, casamentos e filhos se perderam com o tempo. Pelo menos nesse universo.
Mas esse universo, como bem lembrado, é paralelo. Na vida real, esse que aqui se manifesta só está aqui porque, naquela manhã do dia 4 de março, a lendária 10ª edição da revista Herói estava nas bancas. E aquilo mudou completamente tudo na minha vida. Já disse e repeti várias vezes a importância dessa revista na minha formação como ser humano. Insisto que é um dos capítulos mais importantes da minha biografia e que sou muito grato ao que ela me proporcionou. De lá pra cá, incontáveis pessoas se conheceram, casais se formaram, crianças nasceram... A importância da Herói nisso tudo é decisiva. E, claro, eu não falo só da minha história. Muita gente teve sua vida transformada pela Herói e, com o passar dos anos, esse efeito cascata só vai aumentar em ritmo exponencial.
É por isso que eu digo que a Herói é muito mais do que “a Revista que Inspirou uma Geração”. Ela inspirou e continua inspirando milhares de gerações.

Ale Nagado disse...

Prezado César Filho:
Seu depoimento é gratificante por vermos que nosso trabalho deu frutos. Seu blog, de certa forma, é resultado da influência da Herói em sua vida e ficamos contentes por termos sido uma influência positiva. Obrigado por compartilhar essas impressões.

Abraço!

Ale Nagado disse...

Caro Anônimo: A revista tinha que sobreviver comercialmente e se apoiava no que fazia sucesso. Foi CDZ no começo, mas também foi Power Rangers, Sailor Moon, DBZ, Pokémon, X-Men... E cada um falava de seus assuntos com paixão e conhecimento de causa. Havia uma intenção de se criar um certo equilíbrio, sempre lembrando de outras coisas que o pessoal gostava, não ficando só no que fazia sucesso no momento. Foi esse mix insano de assuntos e interesses que fez da Herói referência na época, sendo lembrada até hoje. Não tinha má vontade com nenhum assunto, não. Tinha era foco no que ia puxar comercialmente, mas sem perder a diversidade de vista.

Abraço!!

Ale Nagado disse...

Fala, Usys!!

Lembrando daquele tempo, eu dei umas "barrigadas" sem querer, errei uns nomes, publiquei uns erros aqui e ali. Mas foi tudo tentando acertar, no prazo em que que tínhamos. Felizmente acertamos muito mais e por isso foi pra frente. Um diferencial era nossa paixão pelos assuntos.

E como era difícil pesquisar naquela época!! Mas fico contente por ter ajudado a tornar conhecidos nomes como Eiji Tsuburaya, Shozo Uehara, Hironobu Kageyama, Hiroshi Watari e tantos outros. Eu gostava de pesquisar sobre bastidores, saber o nome dos diretores, roteiristas e compositores, além dos atores, é claro. Ainda bem que conheci bons amigos que me ajudaram bastante na época.

Abraço!

Ale Nagado disse...

Bruno Seidel, que depoimento fantástico!

Eu fico realmente tocado quando me dou conta do quanto foi positivo o trabalho na época. Era divertido, mas tinha um lado cultural e tinha um lado de motivação, pois os heróis são exemplos de coragem e persistência que podemos seguir. E era algo sadio, falávamos de heróis, de gibis, de desenhos. Não estávamos pregando coisas negativas, e sim injetando aquela energia bacana que sentíamos vendo seriados, desenhos, lendo gibis e por aí vai.

E olha só: várias pessoas já me disseram que a Herói 10 explodiu a cabeça de muita garotada. Isso na verdade teve duas vertentes: uma de entusiastas empolgados e uma parte que, além da empolgação pelos heróis japoneses, pegou raiva dos Power Rangers. Eu vejo muita coisa legal em Power Rangers, especialmente nas temporadas mais recentes. No começo, era tosco demais, mas nem por isso deixava de ser divertido. De qualquer forma, era informação preciosa que mais ninguém havia dado na época. Enquanto os veículos tradicionais estavam tentando entender o que era Power Rangers, a Herói já tinha entregado tudo. Deu trabalho pesquisar e organizar toda aquela informação, mas valeu muito à pena. Pena que eu cometi um erro na ordem da lista de produção, mas depois corrigi em matérias posteriores.

Muito, mas muito obrigado mesmo pelo depoimento inspirado.
Grande abraço!

Bruno Seidel disse...

Eu é que agradeço, Nagado!

Um dos meus objetivos em vida é fazer você me autografar essa revista na minha frente. Quem sabe num futuro próximo? ^^

Michel disse...

A primeira foi uma matéria longa, sobre Turboranger, com um resumo de Battle Fever J até Liveman, a única que recebi, mas não publicaram. Depois, entreguei uma de Fiveman, e por fim, o terceiro guia de episódios de Winspector, do 33 ao 49, no mesmo formato que o seus dois anteriores. A Intermovies tinha me emprestado as sete fitas restantes (17-23), e os três episõdios que não saíram em vídeo, gravei da Manchete. Cheguei a redigir a matéria do Exceedraft, mas esse eu utilizei na Heróis do Futuro.

Anônimo disse...

Sobre Power Rangers, creio que muitos garotos mais velhos tenham
receio de assumir assistir algo assumidamente infantil, então preferem
ver os sentais em fansubs poorque podem alegar serem "adultos" por
terem mais morte de humanos e os Rangers poderem sangrar as vezes,
mesmo que com um pouco de pesquisa seja fácil descobrir que simplesmente a tv japonesa tem regras diferentes para séries infantis.

Unknown disse...

Uma pergunta, quantas revista herói, herói gold, heróis do futuro, herói mini, games...etc. foram lançadas?
Eu nunca soube ao certo! Alguém poderia me ajudar nessa?

Alexandre Nagado disse...

Olá. Essa informação consta no livro:

A revista Herói teve 140 edições (incluindo a fase Herói Gold, entre a ed. 24 e a 75. Depois, a numeração voltou ao n. 01 como Herói 2000 e, a partir do n. 19, passou a se chamar Herói.com.br. Findou-se na ed. 41. Uma derradeira edição, novamente com numeração reiniciada, saiu em 2006.

Teve também a Herói Super (3 edições) e um monte de difícil catalogação, como Herói Best, Herói Games, Herói Mini, Herói +, Herói Sports e Herói Especial. Fora isso, a Herói Mangá teve 3 edições.

Agora, o importante é lembrar que HERÓIS DO FUTURO não era do "grupo Herói". Era uma revista concorrente, que no início era bem cópia e depois trilhou um caminho próprio, mais voltada ao público infantil e pré-adolescente, enquanto a Herói era essencialmente adolescente. Durante um tempo, escrevi para a HF.

Espero ter ajudado.
Abraço!!

Márcio Pereira disse...

Sério mesmo!? Alexandre Nagado o qual eu lia sempre as suas matérias qdo eu adquiria as revistas me respondendo!? Oloco! Quanta honra!
Ajudou muito mais do q eu esperava! Muito obrigado mesmo!

Márcio Pereira disse...

Nossa...fiquei empolgado q me esqueci de perguntar outra coisa rsrs
Onde e como comprar esse livro?

Alexandre Nagado disse...

Olá, Márcio Pereira!

Disponha, ainda bem que deu pra ajudar um pouco. Tive que consultar o livro da Herói, que não dá pra lembrar tanta coisa. E a idade não ajuda, ah ah.

Apareça mais no Sushi POP, espero que encontre aqui assuntos do seu interesse.

Abraço!

Alexandre Nagado disse...

Um dos lugares onde tem pra vender é na Livraria Cultura. Veja esse link:

http://www.livrariacultura.com.br/p/heroi-a-historia-da-revista-que-inspirou-uma-geracao-46134267

Márcio Pereira disse...

Valeu mesmo de coração!
Obrigado pela sua atenção!