RECADO AOS VISITANTES:

Olá! O blog ainda está de férias, mas já estou trabalhando em novas postagens. O Sushi POP voltará a ser atualizado no dia 1 de agosto (terça), no período da tarde.

O que vem por aí:
- Ultraman Geed, Novo Lobo Solitário, Katokutai, Pinóquio de Osamu Tezuka, Danger 3, resultado da convocação para trabalhos acadêmicos e mais!

Esteja aqui para conferir. Até breve!

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Falando sobre a revista Herói

A revista Herói projetou meu nome como especialista em super-heróis e cultura pop japonesa na década de 1990. Na verdade, nunca me apresentei como especialista e nem acho que seja para tanto, pois conheço gente com muito mais conhecimento. Mas evidentemente dei minha contribuição ao assunto, com um grande número de matérias que, antes da internet, forneceram informações a toda uma geração de fãs. No auge, a revista Herói era publicada duas vezes por semana, com tiragem de centenas de milhares de exemplares por edição. 

Atualmente a Herói existe apenas como site e lá tem a seção "Os Caras da Herói", que apresenta entrevistas com pessoas que colaboraram com a publicação. 

Na minha entrevista, falo sobre como era a pesquisa antes do Google e da Wikipedia e comento sobre meu momento atual. Sempre com a sinceridade e franqueza que as pessoas que me conhecem sabem que podem esperar de mim. 

- Confira a entrevista aqui. 

7 comentários:

Bruno Seidel disse...

Li toda a entrevista. Muito interessante!

Aliás, eu te mandei por e-mail outra entrevista sua, numa publicação sobre Street Fighter.

Sinceramente, gostaria muito de ler uma biografia sua um dia. Todas suas entrevistas são muito bacanas, repletas de informações e curiosidades legais. E essa sua entrada pro mercado editorial também é uma história muito curiosa. Muita gente nem faz ideia, mas teve a vida completamente influenciada pelas matérias que você escrevia na Herói, afinal, foram elas que levaram ao grande público o "estudo" sobre cultura pop japonesa (muito além do que simplesmente assistir na TV).

Sobre isso que você fala de "abandonar" a área editorial e da "criação" porque simplesmente não dá pra viver ($$) disso, eu acho que merece uma discussão muito mais ampla. Recentemente venho me questionando sobre algumas coisas que envolvem carreira, hobby e "objetivos de vida" e percebo que essa sua fala rende um vasto debate. Mas sobre esse assunto a gente fala outra hora.

Abraços!

Ale Nagado disse...

Fala, Bruno!

Obrigado pelo apoio. Eu espero que minha biografia (vivida, não necessariamente escrita) tenha um final feliz um dia. Estou batalhando pra isso.

Na verdade, estou fora da área editorial há anos, mas vinha me mantendo na área de criação desenvolvendo material institucional com quadrinhos, cartuns e textos. E por lidar tanto com comunicação institucional que escolhi cursar Gestão de RH. Acho que esse é o meu próximo passo. A área de RH no serviço público e no próprio mercado de trabalho tem crescido.

E quando digo que não dá pra viver de criação, falo por mim. Pra outras pessoas, que conseguem ganhar MUITO bem ou que têm uma expectativa menor por não terem que sustentar família, dá numa boa. Nos falamos depois.

Abraço!

Rogério disse...

Oi Nagado,

Boa entrevista.

Ale Nagado disse...

Obrigado. Li boas manifestações sobre isso. Acho que tenho boas histórias pra contar, afinal.

Abraço.

Natália Maria disse...

Olá!!

Curioso essa entrevista. Deu até para sentir mais ou menos o clima de como era publicar naquela época.

Herói, meu primeiro contato com a revista foi num sebo de revistas que ainda existe aqui e quando posso dou uma espiada por lá para ver se acho algumas que ainda não tenho. n_n

Pensar que antes nossa única fonte de informação eram as revistas é interessante. Por incrível que pareça, ainda continuo comprando as que saem atualmente e vejo que não é a mesma coisa....

Acabei falando demais...

Até mais

Douglas Deiró disse...

Saudações "Nagado-San"!
Tudo bem?
Primeiramente, legal saber que não parou com o Sushi Pop e o continuou atualizando. Gosto muito pois tudo aqui é de extremo bom gosto.
Segundo, lendo sua entrevista no site Herói, não tenho como deixar de parabenizá-los pelo trabalho que desempenharam em uma época "pré-internet".
Fico admirado também, em especial, pelos seus texto sobre as produções japonesas. Mesmo moleque naqueles tempos, noitei que tinha havido um trabalho de pesquisa forte contendo os nomes de atores, diretores, etc... muito diferente de resenhar os episódios que todos viam na TV.
Lembro que, quando conversava com meus amigos, repetia alguma informação lida à eles e me perguntavam como sabia daquilo tudo: "Li na Herói"... assim, apresentava a resvista à eles tornando leitores também. Quantos garotos não fizeram o mesmo tornando a revista tão popular na década de 90?
Aqui, encerro.
Abraço e sucesso em sua jornada (em qualquer área)!

Ale Nagado disse...

Obrigado pelo reconhecimento, Douglas. Realmente, dava trabalho caçar nomes, mas valia a pena, pois esse era o diferencial que eu buscava, acrescentar informação que não se tinha acesso. No geral, deu certo.

Valeu!
Abraços!