domingo, 27 de março de 2011

CULTURA POP JAPONESA - HISTÓRIAS E CURIOSIDADES (Novo livro digital)


PRESS RELEASE:

Cultura Pop Japonesa – Histórias e curiosidades
é um livro virtual independente voltado ao universo do entretenimento japonês.

Escrito e organizado por Alexandre Nagado em coautoria com Michel Matsuda e Rodrigo de Goes, o livro apresenta definições, nomes, datas e fatos marcantes envolvendo mangá, animê, tokusatsu e diversos assuntos relacionados, como J-music, moda, games e comportamento.

Mais de 200 curiosidades, definições e fatos marcantes na história da cultura pop japonesa e de vários de seus artistas, em tópicos de fácil leitura para situar o iniciante e surpreender fãs e curiosos.

Saiba o que é mangá, animê, otaku, tokusatsu, qual o motivo dos olhos serem tão grandes nos desenhos japoneses e fique sabendo fatos interessantes sobre Naruto, Cavaleiros do Zodíaco, One Piece, Kamen Rider, Doraemon, Ultraman, Evangelion, Super Sentai, Street Fighter, Patrulha Estelar, Pokémon, Jiraiya, Sailor Moon, Cowboy Bebop, Jaspion, Dragon Ball e outros. Vários artistas também têm curiosidades comentadas, como Akira Toriyama, CLAMP, Ichirou Mizuki, Go Nagai, Shotaro Ishinomori e diversos outros nomes representativos da cultura pop japonesa.

O e-Book é vendido somente pela internet, na loja virtual do Blog Sushi POP ou em afiliados da plataforma Hotmart.



PREVIEW
Você pode baixar uma amostra grátis no link abaixo (via Sendspace.com):

www.sendspace.com/file/8gr6vk

Cultura Pop Japonesa: Histórias e Curiosidades
Autores: Alexandre Nagado, Michel Matsuda e Rodrigo de Goes
Prefácio: Marcelo Cassaro
Número de páginas: 203
Formato: PDF (14,8 x 21cm)
Preço: R$ 10,90

Compre aqui:
Cultura Pop Japonesa - Histórias e Curiosidades 

(Compra segura. Página externa da plataforma Hotmart, com pagamento via sistema MoiP.)



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SEJA TAMBÉM UM REVENDEDOR
A loja virtual do Blog Sushi POP foi montada mediante afiliação ao sistema Hormart de venda on-line de produtos virtuais. Qualquer dono de site ou blog também pode se afiliar para revender e há opções bem interessantes. Confira:

www.hotmart.com.br

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BASTIDORES
A ideia de um livro de curiosidades sobre cultura pop japonesa já um pouco antiga para mim. A produção em si foi iniciada em 2009, após ter convidado dois parceiros para o trabalho. A proposta foi sendo aperfeiçoada ao longo do tempo, enquanto íamos juntando material. Inicialmente, seria impresso pela Panda Books, do Marcelo Duarte. Várias alterações foram pedidas e atendidas e o projeto foi ganhando um teor mais profissional, com o livro sendo reformulado duas vezes.

Em certo momento, decidi que não poderia mais ficar mexendo e deixei o projeto meio engavetado. Quando pude retomar, soube que já não havia tempo para que o livro entrasse no cronograma de lançamentos de 2011, somente para 2012. Depois de conversar com o Marcelo (a quem agradeço pelas sugestões), resolvi lançar de forma independente o trabalho. Foi então que tive uma nova ideia, a de lançar como e-Book, um livro virtual em PDF, para ser lido em computadores ou em e-readers. É uma aposta pessoal e espero que o trabalho repercuta bem. 

18 comentários:

Paulo Arthur disse...

algo que deu tanto trabalho deve ter um conteúdo bom. Vou baixar o preview! Parabéns pelo trabalho, Alexandre

Alexandre Nagado disse...

Opa, obrigado pelo apoio. Depois diga o que achou.

Abraços!

Anônimo disse...

Alexandre, muito interessante o preview do seu livro.
só há um pequeno deslize, quando fala do mangás brasileiros, Fernando Ikoma apesar de nissei, não foi influênciado pelos mangás, isso ele revela numa entrevista dada ao Tony Fernandes:
"Ikoma: Quanto aos mangás, já expliquei que sempre estive por fora. Só fui ver alguma coisa e de montão na Edrel. Mas como não sei ler japonês, nem me interessei, mas o pessoal lá curtia bastante. ... Talvez, por isso, meus personagens e histórias eram diferentes do que o pessoal produzia lá. E talvez por isso mesmo o Minami tenha se apegado a mim, pois eu já vinha liberto das raízes orientais e no fundo acho que era isso que ele também procurava , pois o seu personagem Tupãzinho
não tinha nada à ver com mangá."

http://tonyfernandespegasus.blogspot.com/2010/11/entrevista-com-fernando-ikoma.html

o próprio Claudio Seto esclareceu isso no blog Baú da Grafipar:

"-Você não acha que está faltando o nome de Fernando Ikoma nas matérias acima?
Seto -Eu acho que não. O fato de um desenhista ser descendente de japonês não faz do trabalho dele um mangá. Não sei até onde os quadrinhos do meu amigo Ikoma podem ser chamados de mangás. Ele próprio discorda. No tempo da Edrel ele costuma dizer que o seu era um estilo pessoal, que tinha origem no desenho publicitário e nada tinha a ver com o mangá, e que ele praticamente desconhecia quadrinhos japoneses. Tomou contato com o mangá através de algumas revistas que o Minami Keizi deu para ele. Muito esperto, pediu para o pai traduzir e colocou no seu livro “A Técnica das Histórias em Quadrinhos”, publicado pela Editora Edrel na década de 70. Ironicamente ele se tornou a primeira pessoa a escrever sobre o mangá no Brasil. Acho também que o traço do Shimamoto nada tem a ver com mangá."
"o Mestre Shimamoto é o melhor quadrinhista brasileiro de origem japonesa. Também está entre os três melhores do Brasil no panorama geral de todos os tempos. Agora dizer que o estilo dele é mangá, não concordo. Não existe nada parecido com os desenhos do Mestre Shima no Japão. Vejo nele um clássico dentro da tradição ocidental no desenho de quadrinhos. Outra correção a ser feita é que Mestre Shima que eu me lembre nunca colaborou com a Edrel, mas vira e mexe parece que ele é citado como tivesse desenhado para aquela editora."

"Continuando, creio que se o Mestre Shima tem algo a ver com o mangá é na narrativa seqüencial, mas acho que é involuntário e mais recente. Pois começou quando ele desenhou, quase 10 anos depois, a revista Kiai, para a Grafipar. Como os golpes marciais exigiam desenhos em seqüências didática para ser melhor entendido, Mestre Shima passou a desenhar assim.
Já Paulo Fukue também seguia a melhor escola dos super heróis americanos. Tanto que no começo da carreira a “turma do Bráz” chamava ele de “Paulinho Ditko”. Seu estúdio chegou fazer algumas histórias no estilo mangá porque alguém da sua equipe gostava de mangá. Ele mesmo sempre foi fiel ao estilo ocidental.
No meu caso também é importante frisar que nem tudo que desenhei foi no estilo mangá. Muitas historias foram desenhadas calcando personagem de fotonovelas italianas que estavam na moda naquela época, e algumas no estilo Mad."
http://grafipar.blogspot.com/2006/12/entrevista-com-cludio-seto.html

Alexandre Nagado disse...

Interessantes colocações, obrigado por ter escrito. Passei cópia ao Rodrigo de Goes, que foi quem escreveu especificamente o segmento sobre os pioneiros do mangá nacional. Assim que ele me responder, postarei aqui.

Ah, por favor, se identifique. É legal trocar ideias com gente que conhece o assunto.

Abraços!

Bruno Seidel disse...

Já encomendei o meu!! =D

Recomendo que todos aqueles que são fãs e apoiam a causa façam o mesmo, afinal, só assim mesmo para incentivarmos a publicação de conteúdo de qualidade sobre um assunto tão pouco abordado e tão segmentado. Como se tratam de autores que eu considero "top de linha" neste tema, estou muito empolgado pra devorar a obra. Em tempos onde "qualquer um" pode escrever o que quer na internet, ser blogueiro, judiar do português e publicar informações não-checadas, sinto muita falta de revistas como a Herói e textos de autores que faziam valer o preço da revista.

É por isso que acho justa a publicação do livro digital e sempre que puder, estarei disposto a contribuir.

Parabéns, Nagado, Michel e Rodrigo!!

Alexandre Nagado disse...

A resposta do Rodrigo:

"De fato, acho que o problema é que talvez eu não tenha me expressado devidamente no que diz respeito ao Fernando Ikoma. Sei perfeitamente que ele nunca assumiu ter influência dos mangás. Entretanto, achei conveniente citá-lo pelo fato de ele estar profundamente envolvido naquele núcleo tão histórico para a HQB. Peço desculpas se a citação foi inapropriada e reitero meu respeito ao grande profissional."

Com relação a Tupãzinho - O Guri Atômico, é pertinente associá-lo ao Astro Boy, pois o visual é parecidíssimo, com exceção do rosto. Como o próprio Ikoma admite não ter conhecido mangás, talvez ele não conhecesse a inspiração visual do Tupãzinho.

Sobre Shimamoto, a narrativa mangá é bastante evidente, devido à semelhança com o trabalho de Goseki Kojima, que inclusive é posterior ao de Shima. Em todo caso, creio que não citamos o Shimamoto em ponto algum do livro. Até poderíamos tê-lo feito.

Voltando ao texto do livro, vou reproduzir um trecho:

"Além disso, como editor-chefe da editora paulista Edrel (sucessora da Pan Juvenil), Keizi
abriu as portas para um talentoso grupo de jovens artistas que posteriormente viriam a se
consagrar não somente no meio das HQs nacionais, mas também no das artes plásticas: Paulo Fukue, Fernando Ikoma e o lendário
Cláudio Seto, o grande mestre do mangá brasileiro."


Veja que Fukue e Ikoma são associados ao movimento das HQs nacionais, sendo apenas Seto apontado como grande mestre do mangá brasileiro. Em momento algum o texto aponta Ikoma como autor de mangá nacional.

Por isso, acredito que o texto, como está, não apresenta erro de informação. Ainda bem, mas alguma coisa sempre passa.

Novamente, muito obrigado pela valiosa observação, que fez com que conferíssemos o material mais uma vez.

Abraços

Anônimo disse...

Alexandre e Rodrigo
indiquei o texto dos blog pois achei que a frase:

"Foram valorosos pioneiros em uma
época distante."

poderia indicar que o Ikoma era um dos precursores do mangá no Brasil (e também pelo Alexandre cita-lo na entrevista do JBOX), como indiquei no link do Baú da Grafipar outros autores comenteram esse erro, achei por bem reporta-lo (na verdade eu errei em fixar em apenas um frase).

postei sobre o Shimamoto pois estava no trecho sobre o Paulo Fukue.

o Tupãzinho teve influencia clara do Astroboy, se fosse feito no traço "mangá" seria quase um plágio, o Seto fez dois personagens inspirados no Astro e eles são bem diferentes.

infelizmente no caso desses veteranos a falta de visão dos editores o fizeram ocidentalizar o traço e hoje em dia é ao contrário, artista com traço ocidental produzem pseudo-mangás.

quem sabe não teriamos (em termos de produção) um Ishinomori brasileiro nos anos 70?

sobre o Shimamoto, ele já disse que começou lendo comics como Namor e Mutt & Jeff, só recentemente no álbum Samurai pela Mythos que ele passou a usar o ter "gekigá" para definir o próprio trabalho, na antologias de mangá que o Franco de Rosa lançou, num dos textos o Franco associa o Shima ao cinema japonês.

outros artistas nipo-brasileiros nem chegaram a publicar histórias de samurais.

prefiro me manter anonimo por não ser nenhum jornalista e sim um leitor de quadrinhos, sou só mais um que lia várias revistas informátivas com troco de pão e hoje só consegue compra algo em sebos.

Alexandre Nagado disse...

Olá, Anônimo.

Olha, relendo várias vezes, continuo achando que o texto do Rodrigo não está errado, é questão de como se interpreta. Se poderia ter havido mais clareza, sim, poderia. Mas não está errado como ficou. Após o trecho que citou, ele reverencia Seto e Keizi como dois que deixaram suas marcas no mangá brasileiro.

Agora, sobre minha entrevista no JBOX, realmente eu citei o Ikoma ao falar dos pioneiros do mangá no Brasil. Aí eu errei mesmo. No entando, no livro sobre técnicas de desenho de Ikoma, ele usa mangá como referência didática, o que, para muita gente (inclusive para mim), o faz como um dos primeiros divulgadores do mangá em nosso país, apesar de nunca ter produzido exatamente nada do tipo.

Sobre o Shima, está claro que ele não fez parte do movimento do mangá nacional como pioneiro.

Agora, muito interessante a divagação sobre se poderíamos ter tido um Ishinomori brasileiro, em termos de popularidade e versatilidade na obra. Acho que Seto pode ter sido o que mais tinha condições para tal. Mas isso jamais saberemos.

Obrigado por ter escrito.

Abraços.

Macgaren disse...

Olá Nagado. Não existe chance do livro sair em versão impressa? Gostei da idéia,o preview é legal mas detesto ler no pc.(Foi um sacrifício ler as páginas do preview).E esse é um livro que vale a pena ter na estante.

Wellington "Macgaren"
São Paulo-SP

Alexandre Nagado disse...

Olá, Macgaren.

É, eu também prefiro muito mais um livro impresso. Eu não procurei nenhuma editora além da Panda. E pelo que tenho visto do mercado, não sei se alguém mais teria condições de editar neste ano. Eu não queria publicar só por publicar. Se não fosse por uma editora como a Panda, preferia lançá-lo independente, porque editora pequena, em geral, é bastante complicado e a pessoa publica mais por realização pessoal. Não era o caso agora, pois eu queria algo com bom retorno financeiro.

Se a aposta foi boa ou não, o tempo dirá. Mas nada impede que uma editora me procure para publicação. Aí, valeria a pena uma versão ampliada.

Abraços!

Patrick Raymundo disse...

Olá, Nagado! Comprei o meu e só estou esperando o sistema identificar o pagamento para poder baixar o e-book! :) Fiz uma leve divulgação no meu pequeno blog também! Espero que possa contribuir para aumentar a visibilidade do livro! :)

Alexandre Nagado disse...

Obrigado, cara. Espero que seja uma boa leitura pra você. Abração!

Bruno Seidel disse...

Livros digitais são uma boa alternativa para o "ecologicamente correto", visto que muitas publicações hoje em dia usam esse argumento para evitar o material impresso e incentivar a leitura eletrônica. Mas também compartilho da opinião de que é um tanto insalubre ler um material extenso com luz e mais luz nos olhos. É cansativo e prejudica um pouco a vista. Estou até pensando em imprimir o livro todo e ler com mais conforto longe do pc. Não sei se isso se deve ao fato de pertencermos a uma geração que testemunhou o surgimento da internet ou se as pessoas mais novas também têm a mesma sensação.

Alexandre Nagado disse...

Fala Bruno! O ideal para ebooks são os leitores digitais. Fiz o teste em um leitor da Sony meio antigo e a página ficou bem. Acredito que em readers mais modernos fique igualmente legível.

A publicação digital se tornou uma alternativa barata e ecologicamente correta. É mais vulnerável à pirataria, mas o preço acessível deve animar muita gente a comprar oficialmente.

Espero que goste da leitura.

Abraços!

Betarelli, Ivan D. disse...

Que interessante, parabéns aos envolvidos, em especial o Nagado e o Matsuda, com quem já tive o prazer de trocar idéias ao longo desses anos.

Sou daqueles que também prefere o livro em Versão Papel, mas essa alternativa eletrônica não é tão desonfortável assim.

Grande abraço.

Alexandre Nagado disse...

Ivan, obrigado pelo apoio, fiquei contente em ver sua mensagem.

Quando puder, mande notícias.

Abraço!

Vinícius Braga disse...

Ngado estou tentando comprar, mas a tentar finalizar a compra(após inserir meus dados) está dando a Mensagem de "produto inválido"

Alexandre Nagado disse...

Vinícius, algumas pessoas reportaram algo parecido. Mas tente de novo. As vendas estão acontecendo normalmente. O que pode acontecer é uma falha momentânea, talvez por excesso de tráfego no Hotmart.

Obrigado e desculpe o transtorno.

Abraços!