Tem sido divulgado na imprensa especializada em quadrinhos e mangá que os Estúdios Mauricio de Sousa vão produzir um crossover com personagens de Osamu Tezuka, o falecido Deus do Mangá, que Mauricio conheceu nos anos 1980. O projeto de uma história em conjunto era algo que eles haviam planejado, mas que fora engavetado por causa da doença e posterior falecimento de Tezuka, ocorrido em 1988.
Quando a notícia da retomada do projeto foi anunciada, diversos equívocos foram cometidos aqui e lá fora. Uma das que foi divulgada é que essa seria a primeira vez que um artista estrangeiro tem autorização para produzir quadrinhos com personagens de Tezuka. E não foi.
Em 1965, na cola do sucesso do animê Astro Boy, a editora estadunidense Gold Key publicou uma versão local, devidamente licenciada. Na época a revista custou 12 centavos. Hoje, uma edição em bom estado, vale mais de 57 dólares na mão de colecionadores, de acordo com o site Mile High Comics. Foi, provavelmente, a primeira adaptação ocidental de um personagem japonês de mangá e animê. E foi justamente o icônico Astro Boy (ou Tetsuwan Atom) de Tezuka, que ganhou recentemente um longa em computação gráfica nos EUA. Além disso, versões locais do famoso herói-mirim foram produzidas também na Argentina, Peru e Venezuela.
Quando a notícia da retomada do projeto foi anunciada, diversos equívocos foram cometidos aqui e lá fora. Uma das que foi divulgada é que essa seria a primeira vez que um artista estrangeiro tem autorização para produzir quadrinhos com personagens de Tezuka. E não foi.
Em 1965, na cola do sucesso do animê Astro Boy, a editora estadunidense Gold Key publicou uma versão local, devidamente licenciada. Na época a revista custou 12 centavos. Hoje, uma edição em bom estado, vale mais de 57 dólares na mão de colecionadores, de acordo com o site Mile High Comics. Foi, provavelmente, a primeira adaptação ocidental de um personagem japonês de mangá e animê. E foi justamente o icônico Astro Boy (ou Tetsuwan Atom) de Tezuka, que ganhou recentemente um longa em computação gráfica nos EUA. Além disso, versões locais do famoso herói-mirim foram produzidas também na Argentina, Peru e Venezuela.
Como vários sites brasileiros têm reproduzido a informação errônea sobre o pioneirismo dessa autorização que a MSP conseguiu, resolvi registrar a informação correta. Vale lembrar que não é tão raro o licenciamento de quadrinhos sobre personagens japoneses, sendo uma relação comercial como qualquer outra. E com o reverenciado Tezuka não foi diferente.

6 comentários:
Cara, eu só espero que o Maurício faça um bom trabalho, afinal, tanto a Turma da Mônica quanto Astro Boy fazem aprte da cultura internacional de quadrinhos e animação! (E eu curto os 2 lados,h eheh)
Tô vendo que repassar informações é mesmo uma responsabilidade. Falhas acontecem mesmo entre os profissionais do ramo.
Responsabilidade com informação é algo sério. Os mesmos releases apontam Mauricio como o "Disney brasileiro", um equívoco apontado pela Sandra Monte em seu blog PAPO DE BUDEGA (www.papodebudega.com.br )
abs
Estou curiosíssima pra conferir o resultado!!!
Oi Nagado,
Então, não tem o BR no final não, hahahahah
www.papodebudega.com
SAndra Monte
Ops, sorry. Pior que as pessoas vivem errando meu site (www.nagado.com) por causa do bendito ".br" e olha eu fazendo a mesma coisa. Como dizem pra mim: "É o hábito..." Registrado!
Postar um comentário